O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry

terça-feira, 7 de agosto de 2018


Sinopse: Um piloto cai com o seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger.


É quase impossível, não saber do livro ou não conhecer uma ou outra frase como: “O essencial é invisível aos olhos, e só se vê bem com o coração.” ou “Tu te tornas eternamente responsável por aqui que cativas”. Ouvia indicação por toda parte, amigos, televisão, redes sociais e até numa campanha publicitária de calçados (que eu cheguei a até ter), sempre deixei para a próxima vez que fosse a livraria eu compraria até a minha anjinha e amor da vida, Dona Ivete (lê-se: Minha mãe) me comprou e cá estamos nós!


Quando a gente anda sempre para frente, não pode mesmo ir longe...”.

O que achei do livro: Posso falar que é foda aqui? Ops! Já saiu.
Antes de finalizar essa leitura, eu ensaiei ler, mas longo parava seja por sono (lê-se: preguiça) ou até porque não achava meio brisado alguém achar tantas reflexões num livro com tanta cara de algo para crianças, porém levei um belo tapão, já que eu parecia a louca do marca texto kkkk e também fez minha cabeça rodar em pensamentos, de como somos confusos e sem sentido. Que todas as personagens são partes de nós, ora somos melancólicos resolvendo problemas com fuga seja na bebida, trabalho ou nisso aí que acabou de pensar, ora julgamos as pessoas, sem nem mesmo notar, por seus modos, vestimentas ou cultura.
Mas tudo passa, é ciclo, já pensou que coisa maravilhosa ter a oportunidade de fazer tudo diferente? De ser várias coisas e ao mesmo tempo único tanto para si mesmo quanto para quem o rodeia e lhe tem amor assim como você possui tal sentimento por ele? Enfim, o Pequeno Principe é um livro que não dá para se ler só uma vez e nem é livro de se ter só uma conclusão, te indico pegar e consumir. Ah! Qualquer coisa me chama aqui embaixo para debatermos, ok? J


Primeiras impressões: O começo e até mesmo a dedicatória faz com que pensemos na nossa infância, tudo era simples nem o fato de não entenderem o que queríamos expressar, tudo era um rabisco ou tinha um sentido diferente para adultos.
Impressões finais: Eu queria colocar aqui várias frases da sabia raposa. Acho que apesar de ser uma pessoa inteiramente igual a outras cem mil e ela ser apenas um personagem entre cem mil outros personagens que tive o prazer de ter contato, ela me cativou sendo assim única para mim no mundo.

É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas.”
Trailer: O livro recebeu algumas animações, porém a mais recente possui um trailer lindo que você confere aqui. Poderia falar do cinema versus a literatura, mas vamos nos ater a um lado só.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.

Sobre o autor:
Foi um escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe. Apaixonado desde a infância pela mecânica estudou a princípio no colégio jesuíta de Notre-Dame de Saint-Croix, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano da Primeira Guerra Mundial, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça, onde permanece até 1917. Quatro anos mais tarde, em abril de 1921, Antoine inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.

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