A culpa é das estrelas – John Green

terça-feira, 3 de outubro de 2017


Hazel Grace Lancaster e Augustus Waters são dois adolescentes que se conhecem em um grupo de apoio para pacientes com câncer. Por causa da doença, Hazel sempre descartou a ideia de se envolver amorosamente, mas acaba cedendo ao se apaixonar por Augustus. Juntos, eles viajam para Amsterdã, onde embarcam em uma jornada inesquecível.


Eu nunca fui lá muito fã de bestsellers, em verdade costumo não apreciar muito biografias, mas também tento me manter atualizada dos livros da moda. Okay, foi super contraditório o que eu falei, não é mesmo?
Mas que graça teria a vida sem um pouco de contradições e emoções?
Foi assim que me deparei com a obra “A Culpa é das Estrelas” do renomado autor John Green. Estava um belo dia cansada de todo mundo só falar nesse livro e eu ser exatamente a única alienígena que nunca tinha lido, então fui e comprei o livro! (Porque se é para ler o livro, vou ler com estilo também). Comprei a versão da capa original, sem os atores do filme, porque sim, a grande e esmagadora maioria dos bestsellers têm se constituído em filmes e o John Green não poderia, jamais, ficar de fora.

Um pouco sobre a história: Hazel foge dos padrões de protagonistas de romance convencionais, isto porque, a garota sofre de câncer terminal e sabe que tem pouco tempo de vida. É brilhante pensar neste contrassenso por usar uma protagonista que o leitora sabe, que em algum momento, vai morrer. O fato é que Hazel, sabendo se sua condição, simplesmente desistiu da vida, basicamente sobrevivia para agradar seus pais, até que começa a frequentar um grupo de apoio para pacientes e lá conhece Augustus, o belo Gus.
Depois de algum tempo de amizade, Gus fala pra Hazel que ela não pode morrer sem realizar um sonho, e juntos embarcam para Amsterdã atrás do autor mórbido favorito de Hazel.


Primeiras impressões:Clichê! Mas um clichê realmente muito bom e honesto.

Impressões finais:Livros de tirar lágrimas nunca são meu forte, porque acabo não chorando com eles e parecendo insensível. O fato é que eu provavelmente aceito muito bem a morte então não me emociona.
Mas (porque sempre tem um mas) toda a trama envolvendo os adolescentes é realmente emocionante, não a morte em si, mas a trama, a constituição da história, a forma como os dois se aproximam e como ajudam seu amigo a superar um relacionamento frustrado realmente me tocou.
Esse foi o meu primeiro John Green, e com toda certeza o primeiro de muitos!



Sobre o autor:John Green é um vlogger, empresário, produtor e autor norte-americano de livros para jovens.

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