Tenebris - O fim é apenas o começo (Autora: Erika Gomes)

terça-feira, 30 de maio de 2017

Sinopse: Lúcifer há muito não é "aquele que traz a aurora", como seu nome sugere. Desde que liderou a rebelião contra seu Criador foi condenado a Sheol, o inferno, onde instaurou seu próprio reinado. Muitos o seguiram, porque acreditaram nele. Tornaram-se seus serviçais ou aliados.
No entanto, Lúcifer se sente sozinho e cansado de sua existência. Depois de trai-lo, sente falta de Deus, da essência divina, de uma razão verdadeira para a sua vida. Seria possível, um dia, a Ele retornar? Agora conhecido como Heylel, é na Terra que Lúcifer encontra alguém que mudaria seus sentimentos. Anna, uma bela mulher, ensinou-lhe o amor e presenteou-o com uma filha. Heylel amou ambas com todo o seu coração. Mas nem sempre é possível viver o que se deseja. Heylel não é humano e sua essência desvirtuada já não é divina. Ele é o Senhor de Sheol e seus demônios não estão contentes com a passividade de seu líder. Uma guerra se aproxima e Heylel precisará envolver nela seu bem mais precioso: sua família.
A primeira coisa que vou falar sobre Tenebris é: uau.Honestamente nunca fui muito fã de livros digitais, não que eu não goste deles de fato, mas sempre prefiro que eles tenham a versão física. Eu leio muito livro digital, essa é a verdade e costumo comprar fisicamente os meus preferidos para integrar minha biblioteca pessoal.Daí que fechei uma parceria com a autora de Tenebris, primeiro porque eu queria ler o livro dela e segundo porque me apaixonei pela história que já tinha acompanhado em partes pelo wattpad.Mas a coisa toda não parou por aí, como toda boa leitora, fui atrás de saber “quem era Erika Gomes” (espero que isso não soe muito psicopata, ou stalker - rs) e entre idas e vindas, descobri que a Erika vai lançar Tenebris também em versão física na Bienal do Rio de Janeiro desse ano.Não vou negar que meu amor cresceu mais naquele momento, mas posso dizer que o ponto alto não foi nem esse, o ponto alto foi um dia que precisei pegar um trem de uma ponta a outra da linha diamante da CPTM aqui em São Paulo (o que leva em média uns 50 minutos) e decidi ir lendo o tal do Tenebris no caminho. Conclusão da vida: ela é bem curta dentro de um trem, então a contra vontade “decidi” alongar a viagem e voltar mais da metade do caminho.
Agora a verdade: perdi a estação final e voltei metade da viagem sentido São Paulo, perdi a hora da reunião e ganhei mais meia hora de Tenebirs além do previsto e sinceramente? Reunião para quê, Né gente?
Um pouco sobre a história: A história central gira em torno de Lauren, criada por sua mãe Anna e por Robert, porém filha e herdeira do demônio Haylel (ou Lucifer, para todos os efeitos). Lauren sempre se sentiu diferente, sentia que aquele mundo não era o dela, faltava aquele algo a mais na sua história.
Robert, por sua vez, a figura paterna na qual a garota se espelhava, era pastor e por excesso de preciosismo repreendia Lauren e era em seu amigo Gabriel que a garota encontrava refúgio da vida de uma adolescente no auge dos quinze anos.
Conforme Lauren fica mais velha, as sensações e visões da garota se intensificam fazendo com que a garota descubra a verdade sobre sua origem e família.
Primeiras impressões: Quando comecei a história de Lauren, percebi que ela em muito se assemelha com a realidade de algumas amigas minhas, não estou aqui para traçar discrepâncias religiosas, mas em qualquer religião, seja ela católica, espírita, evangélica ou qualquer outra, existem pessoa seguidoras e estudiosas e também existem extremistas. Sempre penso que extremos nunca são a melhor opção.
Evidente que a história de Lauren não é uma ciência exata, nem tampouco uma crítica às religiões diversas do mundo, óbvio que não é todo pastor que será rigoroso, nem toda filha que será diferente (quanto menos filha de um demônio, acreditem!!)
Mas esses primeiros capítulos de Tenebris me fizeram enxergar até uma realidade não muito diferente da minha, mas que acontece ou pode acontecer sim em muitos lares de amor e fé. Não enxergo como algo errado o exagero de Robert, só diferente mesmo, excesso de cautela, de proteção, que eu provavelmente também teria com um filho, talvez não na mesma proporção, evidente.
Por fim, devo dizer: Tenebris é uma ficção!
Parece bobo, mas acho importante esclarecer isso logo de inicio, porque ainda que se assemelhe em alguns pontos à vida real, não é.
Impressões finais: A leitura é gostosa, fácil, delicada e diferente do diabo que conhecemos por aí, no fim Heylel escolheu o amor. O livro mostra uma visão diferente de Lucifer, não sei se seria prudente trazer aqui essa comparação, mas me lembrei de Malevola, a bruxa que sempre pensamos ser ruim e há pouco tempo, graças ao filme Maleficent, fomos mostrados a outra realidade dela.
E no final, posso dizer: ficou sim aquele gostinho de “quero mais”.
PS: Ser parceira da autora me antecipou a notícia de que, provavelmente, Tenebris seja uma trilogia. SONHO!
PS2: Erika adora minhas fotos <3
Sobre o autor:  Erika Gomes, mãe de três filhos maravilhosos, casou cedo aos 22 anos já era mãe. Sempre foi apaixonada por outras vidas, outros mundos e coisas sobrenaturais, aos poucos notou uma nova Erika florecer, as ideias passaram a respirar e tomar forma, se mover dentro de Erika, até que nasceu sua primeira obra: Tenebris.

2 comentários:

  1. Primeiro: Você é doida rs
    Segundo: Me amarro na sua loucura
    Terceiro: Nunca mais verei o trem da mesma forma kkkkkkk

    Tatádoida, sou grata a vida por ter trazido para perto alguém como você ♥️ Espero que toda a obra te surpreenda e que consiga ver todas as entre linhas sempre 😍😍😍
    Muito obrigada por seu apoio e parceria!!!

    ResponderExcluir
  2. Eu que agradeço pelo apoio e parceria Erikinha!
    Obrigada por confiar em mim e no Blog! Logo tem mais <3

    ResponderExcluir

Desça já da minha nuvem - Todos os direitos reservados - Por: Louder Design