Desça já recomenda: NaNoWriMo

quarta-feira, 31 de outubro de 2018


Você já ouviu falar em Nanowrimo? Não?!Relaxa, eu também não conhecia até algum tempo atrás. Mas enfim, vamos falar dele. Essa sigla peculiar é a redução de National Novel Writing Mouth Eu sei, que falei, falei, falei e no fim você ainda não entendeu. Vou explicar dando exemplos, ok? Sabe aquela segunda do inicio da dieta ou das promessas de início de exercícios que nunca chega? Autores e a galera que sonha em um dia ser também sofrem do momento “vou começa só que depois de...” E acabam sendo engolidos pelo monstro da procrastinação.



Está bem, bem Ingrid estou captando a mensagem, mas como ele faz isso?
O projeto do Office of Letters and Lights funciona em um mês, mas precisamente em novembro. Durante esse mês o propósito que escreve 50 mil palavras (dependendo da fonte e tamanho daria por volta de 130 páginas).


É no próprio site que eu escrevo?

Aaaaah na! Você vai escrever normalmente como faz no computador, caderno etc., porém precisa ir ao site atualizar seu número de palavras, vendo gráficos e cálculos até cumprir sua meta.

Mas isso tudo parece muito legal, entretanto só acontece em novembro? Poxa é uma pena estou super enrolado (a) agora, você sabe como é a vida!

Sim e não baby, pensando em pessoas com tempo limitado foi inventado o Camp Nanowrimo em dois outros meses (abril e julho) e é igualzinho só que não! Pois no Camp você escolhe a sua meta de palavras que varia bastante. Mas a atualização diária ainda se faz necessária para você ficar por dentro das estatísticas.

E quais são essas benditas estatísticas informadas?
Média do dia;
Tempo para cumprir a meta e
Quanto precisa escrever para acabar a tempo.

E prêmio? Vou ganhar algo por me esforçar tanto?
Evidente! Vai ganhar sair da postergação; enfim ser concreto algo que há tempos estava querendo. É um premio, uma satisfação e tanto, não acha?

Espero que essa singela explicação tenha lhe dado vontade de dizer: agora sim, entrar no site https://nanowrimo.org/ e começar a sua jornada!


Calendário Geek Desça já: Dia 20/09

quinta-feira, 20 de setembro de 2018


Afinal quem é Hermione?

A personagem fictícia da saga Harry Potter, Hermione Jean Granger ( interpretada na cinematografia por Emma Watson)  nasceu em 20 de setembro de 1980.
Fonte: Pinterest

     Seus pais são trouxas ( significa sem poderes ou seja como nós)  e dentistas como profissão e ela se orgulha muito! Considerada a bruxa mais inteligente da sua idade, quando questionada do porquê não ter sido selecionada para a Corvinal, explicou que o Chapéu Seletor havia considerado essa hipótese, no entanto, decidiu deixá-la na Grifinória (no fundo por mais inteligente que seja, a sua coragem supera sua sabedoria).


      Hermione é bastante exigente com ela mesma, e por vezes com os demais, o que fazia com que muitos alunos a considerem mandona e exibicionista. Também é vítima da discriminação de Draco Malfoy, que está sempre a gozá-la e a chamar-lhe de "Sangue-ruim".
      Seu nome vem de uma personagem de Conto de Inverno, peça de William Shakespeare, que é transformada em pedra parecido com o que aconteceu com Hermione em seu segundo ano em Hogwarts. Essa, também, é a forma feminina do nome do deus grego Hermes e o nome da filha de Helena de Troia. 
        Muita força, coragem e inteligência é o que resume a Mione, mas hoje queremos lhe desejar os mais completos parabéns! 
Mais um pouco dela:

  •       A mais notável do trio principal é sem discurso a visão feminina de tudo, além do fato de ser a estabilidade do mesmo, afinal é a mais racional deles.
  •        Fundadora do F.A.L.E ( Fundação de Apoio à Libertação dos Elfos-Domésticos)
  •        Em 2004, a autora J. K. Rowling, confessou sempre ter pensado em uma irmãzinha para a personagem.
  •        Apesar de super inteligente, a personagem tem certos probleminhas com as aulas de voo e xadrez de bruxo.
  • Seu animal patrono é o favorito da autora, a lontra.
Aesthetic retirado também Pinterest
         Tanto para você que é nerd de carteirinha quanto para quem está começando sua imersão na Cultura Pop e indo aos poucos rematar sua coleção HP saiba que nem tudo precisa ser tão caro com tantos Galeão, Sicles, Nuques ou reais visto que até agora é a moeda nacional, seja lojas físicas e virtualmente. Porque ouviram nossas preces e uma página chamada Cupom Válido existe, você já ouviu falar deles?

          Pois muito que bem, esse nosso amigo do peito já conta com 411 lojas online, incluindo lojas de materiais de construção, varejistas internacionais e clubes de assinatura. Os descontos são aplicados apenas no e-commerce. E não é qualquer descontinho fulera não. É uma faixa abrange que vai de 0,5% chegando aos  90%, em campanhas especiais. Além de produzir cupons de amostras grátis para vários tipos de produtos, entre outras surpresinhas que você só encontra lá.

             Então corra até lá e use esses descontos para fazer sua ostentação com cupons feitos na hora e encha sua bolsa mágica assim como nossa aniversariante do dia!
       
       


Desça já recomenda: How to Get Away with Murder

domingo, 2 de setembro de 2018



Como cheguei à série: Eu amo e não sei se cheguei a explicar aqui a grande pira que tenho em qualquer programa que tenha  algum crime, sou louca real e oficial. Enfim, estava lá de frente a televisão e Viola Davis entrou toda trabalhada no lacre meu amor e eu surtei, precisava ver aquela série mais do que tudo mesmo notando que as nossas agendas não batiam mais para tudo se dá um jeito quando realmente se quer.
Um pouco da história: A série se desenvolve ao redor da vida pessoal e profissional de Annalise Keating, uma advogada de defesa criminal proeminente. Também professora de direito na Universidade de Middleton, na Filadélfia, Annalise seleciona cinco de seus melhores alunos para trabalharem com ela em seu escritório: Wes Gibbins, Connor Walsh, Michaela Pratt, Laurel Castillo e Asher Millstone. Em sua vida pessoal, Annalise vive com seu marido Sam Keating, um renomado psicólogo, mas também vive um relacionamento às escondidas com Nate Lahey, um detetive de polícia. Quando sua vida pessoal e profissional começa a entrar em colapso, Annalise e seus alunos se veem envolvidos, involuntariamente, em uma trama de assassinatos.
Impressões da 1ª Temporada: De início parece e na verdade é clichê, mas ela faz você se apaixonar pelos casos, como todas as suas reviravoltas e clássico sentimento de querer matar um personagem ou só socar um pouquinho. Há toda a questão das aulas, mas apesar disso e dos casos, a série apresenta um plano de fundo estruturado e que faz você querer saber mais. Shippamos casais sim, assim como dizemos que só vamos ver mais um episódio e nunca é. Recomendo a série para loucos por crimes como eu, amantes de protagonistas fortes e a todos que pensam em ver algo tão igual e tão diferente.
“Pense cuidadosamente. Tudo o que vier após este momento vai não só determinar a sua carreira, como também sua vida.”
Curiosidades:
  • A série foi renovada para a quinta temporada;
  • Segundo sites o seriado faz lembrar Damanges.
  • Por sua atuação, Viola Davis recebeu elogios da crítica. Ela se tornou a primeira mulher afro-americana a ganhar um Emmy Award por Melhor Atriz em Série Dramática, também ganhando dois SAG Awards por Melhor Performance em Série Dramática, e o Image Award por Melhor Atriz em Série Dramática. Davis recebeu indicações do Globo de Ouro de Melhor Atriz em Série Dramática, e o Critics' Choice Awards por Melhor Atriz em Série Dramática.
  • A série foi nomeada como Programa de Televisão do Ano pelo American Film Institute, e ganhou como Melhor Série Dramática no Image Awards e no GLAAD Awards.
  • Outros membros do elenco também receberam reconhecimento por suas atuações, como Alfred Enoch e Aja Naomi King serem nomeado pela NAACP como Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática e Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática no Image Awards.
  • Trailer:



Orgulho e Preconceito – livro e filme - Jane Austen

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Sinopse: Segunda obra publicada de Jane Austen, Orgulho e Preconceito foi terminado em 1797, quando a escritora ainda não tinha completado 21 anos. Foi lançado em 1813, e seguiu o sucesso de seu primeiro livro, Razão e Sensibilidade.
Em Orgulho e Preconceito, Elizabeth Bennet, segunda de 5 filhas de um proprietário rural na cidade fictícia de Meryton, lida com os problemas relacionados à educação, cultura, moral e casamento na sociedade aristocrática do início do século XIX, na Inglaterra. Como em toda a obra de Austen, o texto utiliza de uma fina ironia para retratar e criticar a hipocrisia moral da virada dos séculos XVIII e XIX.

Primeiro quero começar dizendo que este romance de época da Jane Austen é um dos meus livros preferidos no mundo todo, senão o preferido!
Eu li e reli duzentas mil vezes e assisti o filme tantas outras que sequer posso contar nos dedos. Estrelado por Keira Knightley, o filme me marcos demais. Ver meus personagens tão bem representados e aquele lindo do Matthew MacFadyen fazendo Sr. Darcy do exato jeitinho como eu imaginei o personagem fez minhas pernas tremerem.

Um pouco sobre a história: Da autora Jane Austen, Orgulho e Preconceito se passa na Inglaterra no final do século XVIII (18). Naquela época, uma mulher sem dote, dificilmente crescia socialmente e ascendia na sociedade. Elizabeth Bennet, uma garota de 20 anos, é feminista, esclarecida, inteligente e liberalista, ela sabia que precisaria se casar com um bom partido mas ela buscava, de fato, o amor.
Sr. Darcy (Fitzwillian Darcy) era um nobre da elite de Londres acostumado a conviver com pessoas do mesmo nível social que ele. Em uma festa, Sr Darcy conhece as irmãs Bennet e logo as descarta como possíveis pretendentes e Elisabeth percebe que o Sr. Darcy era a pessoa mais orgulhosa que ela já havia conhecido, passando então a não suportá-lo.
Bingley e Jane (amigo de Darcy e irmã de Elizabeth) ficam cada vez mais próximos, fazendo com que Darcy e Elizabeth também se aproximem. As opiniões de ambos era bastante controversas e Elisabeth acabou por criar uma certa intolerância ao Darcy. Com o tempo eles começam a se "aceitar" mais.

Primeiras impressões: Sabe aquele livro que toda vez que você vê uma edição diferente você quer comprar? Ok, acho que sou uma das poucas pessoas com esses probleminhas...
A verdade é que "Orgulho e Preconceito" é sim meu livro preferido em todo o mundo.

O romance protagonizado por Elisabeth e Sr. Darcy é moldado de acordo com a sociedade em que viviam os personagens é realmente encantador. Sr. Darcy foi meu par romântico literário por muitos anos e, posso dizer, sem sombra de dúvidas que ainda é. Um homem forte, orgulhoso porém apaixonado e Lizzy, uma mulher com convicções muito assíduas e de opiniões extremamente revestidas de argumentos. A leitura de Jane Austen sempre me brinda com calor, paixão, amor e um pouco de briga social.

Em vão tenho lutado comigo mesmo; nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos e preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente.

Impressões finais: Jane merece ser lida por qualquer pessoa, e Orgulho e Preconceito merece ser o livro de cabeceira de mais algumas pessoas como é o meu.

São muitos os meus defeitos, mas nenhum de compreensão, espero. Quanto a meu temperamente, não respondo por ele. É, segundo creio, um pouco ríspido demais… para a conveniência das pessoas. Não esqueço com facilidade tanto os disparates e vícios dos outros como as ofensas praticadas contra mim. Meus sentimentos não se manisfestam por qualquer coisa. Meu temperamento poderia talvez ser classificado de vingativo. Minha opnião, uma vez perdida, fica perdida para sempre.


Trailer:

Sobre o autor: Jane Austen (Steventon, Inglaterra16 de dezembro de 1775 — Winchester, Inglaterra, 18 de julho de 1817) foi uma proeminente escritora inglesa. A ironia que utilizou para descrever as personagens de seus romances a coloca entre os clássicos, haja vista sua aceitação, inclusive na atualidade, sendo constantemente objeto de estudo acadêmico, e alcançando um público bastante amplo.
Nascida em Steventon, Hampshire, de uma família pertencente à nobreza agrária, sua situação e ambiente serviram de contexto para todas as suas obras, cujo tema gira em torno do casamento da protagonista. A inocência das obras de Austen é apenas aparente, e pode ser interpretada de várias maneiras. Os meios acadêmicos a têm considerado uma escritora conservadora, apesar de a crítica feminista atual reconhecer em suas obras uma dramatização do pensamento de Mary Wollstonecraft sobre a educação da mulher.

O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry

terça-feira, 7 de agosto de 2018


Sinopse: Um piloto cai com o seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger.


É quase impossível, não saber do livro ou não conhecer uma ou outra frase como: “O essencial é invisível aos olhos, e só se vê bem com o coração.” ou “Tu te tornas eternamente responsável por aqui que cativas”. Ouvia indicação por toda parte, amigos, televisão, redes sociais e até numa campanha publicitária de calçados (que eu cheguei a até ter), sempre deixei para a próxima vez que fosse a livraria eu compraria até a minha anjinha e amor da vida, Dona Ivete (lê-se: Minha mãe) me comprou e cá estamos nós!


Quando a gente anda sempre para frente, não pode mesmo ir longe...”.

O que achei do livro: Posso falar que é foda aqui? Ops! Já saiu.
Antes de finalizar essa leitura, eu ensaiei ler, mas longo parava seja por sono (lê-se: preguiça) ou até porque não achava meio brisado alguém achar tantas reflexões num livro com tanta cara de algo para crianças, porém levei um belo tapão, já que eu parecia a louca do marca texto kkkk e também fez minha cabeça rodar em pensamentos, de como somos confusos e sem sentido. Que todas as personagens são partes de nós, ora somos melancólicos resolvendo problemas com fuga seja na bebida, trabalho ou nisso aí que acabou de pensar, ora julgamos as pessoas, sem nem mesmo notar, por seus modos, vestimentas ou cultura.
Mas tudo passa, é ciclo, já pensou que coisa maravilhosa ter a oportunidade de fazer tudo diferente? De ser várias coisas e ao mesmo tempo único tanto para si mesmo quanto para quem o rodeia e lhe tem amor assim como você possui tal sentimento por ele? Enfim, o Pequeno Principe é um livro que não dá para se ler só uma vez e nem é livro de se ter só uma conclusão, te indico pegar e consumir. Ah! Qualquer coisa me chama aqui embaixo para debatermos, ok? J


Primeiras impressões: O começo e até mesmo a dedicatória faz com que pensemos na nossa infância, tudo era simples nem o fato de não entenderem o que queríamos expressar, tudo era um rabisco ou tinha um sentido diferente para adultos.
Impressões finais: Eu queria colocar aqui várias frases da sabia raposa. Acho que apesar de ser uma pessoa inteiramente igual a outras cem mil e ela ser apenas um personagem entre cem mil outros personagens que tive o prazer de ter contato, ela me cativou sendo assim única para mim no mundo.

É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas.”
Trailer: O livro recebeu algumas animações, porém a mais recente possui um trailer lindo que você confere aqui. Poderia falar do cinema versus a literatura, mas vamos nos ater a um lado só.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.

Sobre o autor:
Foi um escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe. Apaixonado desde a infância pela mecânica estudou a princípio no colégio jesuíta de Notre-Dame de Saint-Croix, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano da Primeira Guerra Mundial, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça, onde permanece até 1917. Quatro anos mais tarde, em abril de 1921, Antoine inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.

Alcateia de Glauco J. S. Freitas

terça-feira, 31 de julho de 2018

Sinopse: "Vem Lobo! Coroa-te no sangue dos apressados!" 
Rituais de morte se espalham pela cidade de Curitiba e cabe ao Investigador da Homicídios, Flávio Patrezzi, impedir a propagação do horror  causado pela Alcateia. A ajuda de seu consultor, Alexandre Matsui, será imprescindível para que encontrem os responsáveis por estes crimes bárbaros numa caçada que os levará aos corredores labirínticos do próprio Inferno.

As redes sociais são ótimas para falar com vocês e também para conhecer editoras, livros etc. Foi assim que conheci algumas na verdade quase todos parceiros do blog Enfim, assim que percebi se tratar de algo com homicídios , por  mais que nos últimos tempos tem lido livros mais românticos é o sangue e temas incomuns que me atraem. Então foi assim e com ajuda de um post que o autor me localizou.

O que achei do livro: De inicio acreditava ser mais uma história policial com um ar de mistério que como minha amada literatura escandinava, todavia esta aventura além de ter me surpreendido com cenário brasileiro (perdão, mas não conheço muitos livros contemporâneos que se passam aqui) me surpreendeu com tudo na verdade. A obra sobrenatural que me parece baseada em crenças, mitos, lendas, que formam uma quebra-cabeça formidável, é completamente nova em seu formato pelo menos para mim, amei a cumplicidade e confiança entre o investigador Patrezzi e o consultor paranormal Matsui, assim como apesar de haver uma história maior, o livro é repleto de microestórias que dão a errônea sensação de serem avulsas (como havia dito anteriormente), fora as questões pessoais que humanizam os personagens os tornando mais palpável ao leitor.
Obs: Se você só leu as primeiras cenas e ficou com medinho, somos duas, bebê, no entanto continue você vai notar que tratasse apenas da apresentação de toda a idéia que vai sendo desenrolada durante o livro todo.

Primeiras impressões: Confesso que ter ficado confusa e ao mesmo tempo intrigada, mas não pude deixar de notar que as primeiras folhas me recordaram bastante uma lenda urbana famosa no Japão chamada Kuchisake Onna por uns traços peculiares — porém durante a montagem desta resenha li em um site que o autor sofre influência da cultura japonesa, então talvez fosse proposital—.
Impressões finais: É nítida a riqueza de detalhes e como caminha por folclores, te desafio achar algum e vir aqui contar!
Curiosidades:
ü  As explicações de cada símbolo que põem a capa pode ser encontrado no booktrailer 
ü    Em conversa com o autor de Alcateia soube que o prólogo da ficção foi baseado em algo que realmente aconteceu então se preparem para baseado em fatos reais, bebê!

ü  Esta capa apresentada é na verdade a segunda oficial da obra.

Sobre o autor: Glauco J S Freitas tem 27 anos e reside em Curitiba, onde nasceu. Chegou tarde à literatura, quando conheceu “O Último Reino”, da série Crônicas Saxônicas de Bernard Cornwell, que é, até hoje, seu autor favorito, mas não esconde a forte predileção pela ficção fantástica japonesa. Não demorando a escrever as próprias histórias, sempre voltadas à ficção fantástica e suas mais diversas vertentes. Inicialmente com o lançamento da fantasia urbana/terror A Alcateia, sua carreira literária contará ainda em 2017, com uma fantasia épica inspirada no folclore nacional: O Exército de Imortais lançado pela Editora PenDragon.

O bosque das Faias de Amanda Bonatti

terça-feira, 24 de julho de 2018

Sinopse: Joana é uma jovem francesa criada no seio de uma família pertencente à burguesia do século XIX. Ela lura pelo direito de liberdade; no entanto, em uma época em que os pais ditavam as regras e firmavam acordos nupciais unicamente baseados em dotes e interesses, ela precisará usar de toda a sua força e rebeldia para alcançar o que quer.


 Em parceria com a nossa querida The Books que me presenteou com o e-book falado, esperando que a experiência fosse boa, afinal estava em um seguimento que nunca havia tentado ler por não ser meu gosto pessoal ou zona de conforto, meu primeiro romance de época. Anseio para que possa fazer uma resenha bem informativa, no entanto sem qualquer spoiler.



O que achei do livro: De inicio pelo costume o comparei com livros, filmes e series de época como, por exemplo, A megera domada [1]de Wilian Shakespeare, onde Catarina seria Bianca e  Bianca todas as outras Hour inicialmente. Mas com tempo todos os personagens se tornam importantes, singulares e me fizeram transitar pela história além pensar sobre o que rolava naquela época histórica. A leitura foi gostosa com um belo vocábulo, era rebuscado outrora não. Tudo parecia bem realista em boa parte da vida literária daquelas famílias, sofri com as angústias me pegava brigando com os personagens ou aconselhando kkkkk e para variar, só que não eu me apaixonei por personagens secundários: Rebecca Hour, Patric e Johan Motier. Me julguem pelo último! Acho que deu para notar meu veredicto: Amei, é fantástico!

“— Bela? Eu a vejo e não vislumbro nada de belo. Apenas uma carcaça que abriga uma alma maldita e imperfeita.”

Primeiras impressões: Tem bons ganchos apesar das histórias vista com clichê, mas romance em geral é!
Impressões finais: Amei o quanto o livro foi trabalhando os personagens do enredo, por as irmãs Hour que de inicio parecia uma grande massa igualitária, contudo o tempo cada uma delas receberam e fizeram bom uso de suas personalidades.
Curiosidades: Existe um livro com Johan Motier em destaque ainda maior e se chama Um amor para Johan.

“Só por isso era difícil ouvir a razão. Já a emoção, que é responsável por fazer dos apaixonados verdadeiros seres insanos.”

Sobre a autora: 
Amanda Bonatti nasceu em Rio do Oeste, SC em 7 de janeiro de 1987. Ainda criança mudou‒se para Itajaí, onde vivi até me tornar adulta. Hoje reside em Balneário de Piçarras (uma linda e pequena cidade no litoral de SC). Formada em Pedagogia e em Letras. Atuou por 9 anos na área da Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, mas hoje dedica‒se apenas a escrever, revisar e ser mamãe em tempo integral. Escritora, poeta, autora de 3 livros Publicados:
Ah!mar Itajaí (poesia), S.O.S Mamãe de primeira viagem (Chick-Lit) Vencedor do prêmio Brasil entre palavras (2016) Melhor Chicklit. Lágrimas de Outono (Romance espírita). Vencedor do prêmio Brasil entre palavras (2016) Melhor Drama.



[1] Nesta comédia de Shakespeare, Batista é um rico mercador, pai de duas garotas: Catarina e Bianca. Quando Batista decide que sua filha mais velha, a megera Catarina, deverá se casar antes de Bianca, os pretendentes da caçula promovem várias artimanhas. Um deles propõe a Petrúquio, recém-chegado à cidade, que peça a mão da megera. Pensando em se dar bem financeiramente, Petrúquio aceita a proposta. Com calculadas estratégias, Petrúquio vai domando Catarina, enquanto Lucêncio conquista o amor de Bianca.

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