Para Sempre Lara – autora: Malu Simões (Editora The Books)

terça-feira, 22 de maio de 2018

Sinopse: Lara e suas amigas estavam empolgadas com a viagem para conhecer os Alpes suíços, esquiar e voltar para casa com muitas histórias para contar. Mais do que tudo, Lara iria finalmente conhecer o lendário Lago Blausee, cenário de uma lenda que sua mãe contava para ela desde a infância. É em meio à neve, cachecóis, bosques e danças típicas que ela conhece Christer, o herdeiro do trono de Nobia, que precisa se casar para assumir seu lugar de direito. No entanto, não estava em seus planos e de sua família que ele se apaixonasse por uma plebeia. Agora eles irão descobrir se a lenda de Blausee era mesmo real. Tudo indica que sim, porém, com um final um pouquinho diferente.


Mais um livro que recebemos com a parceria maravilhosa da Editora The Books. Essa é a terceira obra que resenhamos de livros publicados pela editora. A primeira foi Noites de Paixão e a segunda foi Amantes por acaso, confiram aí, gente! <3
Estamos felizes, estamos amando e estamos lendo muito!!!

Um pouco sobre a história: Lara é uma mulher divertida e inteligente, junto com duas amigas decidem fazer um a viagem à Suiça por pura diversão, esquis e uma bolsa cheia de histórias.
Durante a viagem, as meninas vão até o Lago Blausee, o cenário de uma lenda que sua mãe contava quando ela era mais nova, em que o verdadeiro amor poderia aparecer.
Durante a viagem, Lara conhece Christer e os dois ficam bem amigos até aquele pontapé inicial para um possível romance, mas o que Lara não sabe é que Christer é, na verdade, herdeiro do trono de Nobia.

Primeiras impressões: A leitura é gostosa, as aventuras vividas por Lara e suas amigas são delicadas e engraçadas, sempre com um toque de romantismo. No inicio pensei que fosse um clichê e de fato é, mas o clichê mais fofo que eu já li em toda minha vida.
Uma das cenas que mais me cativou foi a explicação da lenda que a mãe de Lara contava a ela sobre o amor verdadeiro, sempre tive uma queda por “príncipes encantados” e Para sempre Lara é um conto de fadas bem no estilo Cinderela.

“Creio que esse encontro de almas afins é para poucos”.

Impressões finais: O livro é delicado e uma verdadeira história de amor, a idéia central da história e o final são comuns, tive aquela impressão de “mais do mesmo”. Já vi essa história ser contada de um milhão de maneiras diferentes, a mais parecida foi, sem dúvida, O príncipe do Natal. Contudo, nesta obra específica eu gostei. Gostei do contexto e do conteúdo. A forma como a autora descreve os sentimentos e os lugares visitados por Lara foi surpreendente. Se eu tivesse que escolher um romance dos milhares que existem nessa mesma pegada, certamente seria “Para sempre, Lara”.

Sobre o autor: Malu Simões, nascida em Vitória no Espírito Santo, atualmente moradora de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro, Megaromântica confessa, como diria a protagonista de seu primeiro livro, Malu Simões decidiu que queria se tornar autora do tipo de literatura de que mais gosta de ler: romances para mulheres. Filha de professora e leitora assídua desde a infância, Malu teve o insight de se tornar escritora quando aguardava um voo no aeroporto de Congonhas em São Paulo, quando, numa livraria se deparou com uma história cativante de uma autora brasileira.
Formada em administração de empresas e pós-graduada em recursos humanos, Malu Simões é servidora pública na Prefeitura de Angra dos Reis. Nascida em Vitória, no Espírito Santo, ela mora há dezoito anos em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, desde que se casou com Walber, um engenheiro capixaba que trabalha na Usina Nuclear de Angra, e com quem tem uma filha de 15 anos, Juliana.



Sem mais, o amor – Organizado por Leandro Schulai (Editora Andross)

terça-feira, 15 de maio de 2018

Sinopse: Fernando Pessoa já dizia que “todas as cartas de amor são ridículas”. E afirmava veementemente: “não seriam cartas de amor se não fossem ridículas”. Mesmo não vivendo o suficiente para conhecer novas tecnologias de comunicação, o poeta sabia bem que a interação verdadeira entre duas pessoas que se amam se despe de vaidades e apresenta a pureza de um sorriso. SEM MAIS, O AMOR é uma coletânea de contos românticos em forma de cartas, emails, páginas de diário e outras formas de registro escrito. E o mais importante: são histórias ridículas! Exatamente como o poeta disse que tinham de ser.


Quando fiz a resenha de “Miríade” eu cheguei a mencionar como conheci a editora Andross e, foi exatamente por causa do organizador desta antologia aqui, Leandro Schulai, que dedicou horas a fio do tempo para ler um texto enorme meu e me ajudar a modificar, então quando percebemos não ser possível, fiz questão de escrever um outro texto só para poder participar (ou ter a chance de participar) da antologia dele.
Primeiro, escrevi o texto dessa antologia junto com a Ingrid (sabe aquela outra blogueira maravilhosa que escreve aqui no Desça já?, então!) e decidimos dividir partes do texto, ela escrevia um parágrafo, me enviava eu escrevia outro, mas as vezes mexia no dela e ela no meu, uma salada absurda que resultou em “Verão em Aruba”, o que finalmente enviamos para esta antologia.
Segundo, o organizador, Leandro, disse que amou nosso texto! Não sei se ele estava apenas sendo educado, mas ficamos tão felizes que graças a este retorno do editor, acabei escrevendo um segundo texto para antologia “Miríade”, também da editora Andross e organizada por Alfer Medeiros.
Aí, então, foi só alegria, como eu já disse antes, depois dos textos aprovados recebi meus exemplares no lançamento que foi na LEP, um evento maravilhoso organizado pelo Edson Rossatto e a própria editora Andross, que, inclusive premia seus melhores autores votados democraticamente pelos próprios colegas (fiz um post "Desça recomenda" explicando essa premiação).
Vamos a resenha.


Um pouco sobre a história: A proposta inicial nesta antologia é que os contos fossem de romance e escritos em forma de cartas, ou que mencionassem mensagens de texto, e-mails, etc.Como já expliquei, Antologia, nada mais é do que um compêndio de contos de diversos autores diferentes e, no caso das antologias da Andross, cada autor com três páginas ou menos.
A editora,anualmente, faz uma premiação chamada Strix, concorrendo nela todos os autores de suas antologias, em vista da premiação eu tive que ler as antologias um pouco mais rápido do que eu esperava e, por fim, escolher os meus dez contos preferidos (sem ser o meu, obviamente).

Primeiras impressões: Drama.Confesso que esta antologia foi a mais difícil de escolher os meus contos preferidos, primeiro porque a maioria esmagadora dos contos tinha hiatos temporais (saltos no tempo) que é um estilo que eu, particularmente, não gosto em textos. Segundo porque a proposta da antologia era romance e, novamente, a maioria esmagadora, escreveu drama. Eu não teria estranhado encontrar um ou outro texto dramático ou infeliz no meio do livro, mas acho que a maioria dos autores teve a mesma ideia e acabou virando, ao menos para mim, uma antologia voltada ao drama, com raros finais felizes.

Impressões finais: Dentre tantos contos que eu li, consegui selecionar seis que eu gostei e a Ingrid selecionou mais alguns, já que tínhamos que enviar, vamos lá:
Papéis picados da autora Selma Barbosa foi o texto que eu mais gostei da antologia, não sei explicar bem porque, mas o texto da Selma me tocou.
Além dele posso mencionar: Querido Paulo da autora Tamires de Carvalho, Guerreiro Apaixonado da autora Vitória V. Lussari (texto que tanto eu quanto a Ingrid gostamos muito), Dias de Outono da autora Margarete Schiavette, Amor Literário da autora Nicole Siebel (amei esse texto, muito bem escrito e bem desenvolvido), Passos de um amor da autora Aracelly Lima, Melinda da autora Helena Mendonça, Espere-me de S.G. Martins e Existem garotos bons? Texto de Ariane M. Costa que tanto eu como a Ingrid adoramos.
Fiquei apaixonada pelo texto escrito pelo Leandro Schulai, próprio organizador, mas nossos votos não podiam ser para ele (risos).

Sobre o autor: A antologia foi organizada por Leandro Schulai que jamais imaginou que um dia se tornaria escritor. Com formação acadêmica voltada para a informática (Formado em Processamento de Dados pela Universidade São Judas) seu despertar para a escrita aconteceu muito antes de ingressar na faculdade, aos 15 anos. Onde ao escrever uma redação para a escola utilizando os próprios colegas da classe como personagens, percebeu que deveria investir na carreira.

Por fim, só quero dizer que a premiação é dividida em três fases, sendo a primeira a eleição de dez autores, a segunda a eleição de cinco autores e o final (que será na LEP deste ano) a eleição de um conto vencedor. 
Eu e a Ingrid estamos entre os finalistas com o conto Verão em Aruba indicado ao prêmio Strix.



Desça já recomenda: Cronologia Marvel

Há algum tempo atrás houve uma postagem explicando o universo expandido de Star Wars, lembram?  Se a resposta for não, só clique aqui e verá! Mas enfim , vamos à Marvel, ok?


Primeiramente, o que é a Marvel?Marvel Comics é o nome comum e marca principal da Marvel Worldwide Inc., uma editora de quadrinhos americanos e mídias criada em 1939 por Martin Goodman.


Tenho quase certeza que você já sabia disso ou ao menos já tinha visto esse nome, afinal ele está sempre presente bem no comecinho dos filmes. E foi pensando na galera que consome este conteúdo  seja no formato cinematográfico ou séries que resolvi pesquisar a ordem na linha do tempo que possuímos até o momento que escrevi este Desça já.


1º Filme Capitão América: O primeiro Vingador

2º Série Agente Carter: Primeira e Segunda Temporada (Post sobre aqui)

3º Filme Homem de Ferro

4º Filme O incrível Hulk

5º Filme Homem de Ferro 2

6º Filme Thor

7º Filme Os Vingadores

8º Filme Homem de Ferro 3

9° Série Agentes da SHIELD: Primeira Temporada - Episódios de 1 a 7

10º Filme Thor: Mundo Sombrio

11º Série Agentes da SHIELD: Primeira Temporada - Episódios de 8 a 15

12º Filme Capitão América: O Soldado Invernal

13º Série Agentes da SHIELD: Primeira Temporada - Episódios de 16 a 22

14º Filme Guardiões da Galáxia

15º Série Agentes da SHIELD: Segunda Temporada - Episódios de 1 a 19

16º Série Demolidor: Toda Primeira Temporada

17º Filme Vingadores: Era de Ultron

18º Série Agentes da SHIELD: Segunda Temporada - Episódios de 20 a 22

19º Filme Homem Formiga

20º Série Jéssica Jones: Toda Primeira Temporada

21º Série Agentes da SHIELD: Terceira Temporada - Episódios de 1 a 10

22º Série Demolidor: Toda Segunda Temporada

23º Série Agentes da SHIELD: Terceira Temporada - Episódios de 11 a 19

24º Filme Capitão América: Guerra Civil

25º Série Agentes da SHIELD: Terceira Temporada - Episódios de 20 a 22

26º Série Luke Cage: Toda Primeira Temporada

27º Série Agentes da SHIELD: Quarta Temporada - Episódios de 1 a 11

28º Filme Doutor Estranho

29° Série Agentes da SHIELD: Quarta Temporada - Episódios de 12 a 22

30° Série Punho de Ferro: Toda Primeira Temporada

31º Filme Guardiões da da Galáxia 2

32º Filme Homem Aranha: De volta ao lar

33º Série Os Defensores: Toda Primeira Temporada

34° Série Inumanos: Toda Primeira Temporada

35° Filme Thor: Ragnarok

36º Série Justiceiro: Toda Primeira Temporada

37° Série agentes da SHIELD: Toda Quinta Temporada

38° Filme Pantera Negra

39º Série Jessica Jones: Toda Segunda Temporada

40° Filme Vingadores:Guerra Infinita

41° Série Manto e Adaga: Previsto para 7 de junho de 2018

42º Filme Homem Formiga e a Vespa: Previsto para 5 de julho de 2018

43° Filme Capitã Marvel:Prevista para 14 de março de 2019

As ruínas de Palmira – Conde Volney (tradução de Maria Ramirez Balut)

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Sinopse: Seu império e seus deuses tinham tanto poder ... mas eles caíram.
As ruínas de Palmyra foram traduzidas em muitas línguas tanto que o Vaticano incluí-lo no Índice de Livros Proibidos em 1846. O trabalho colocou no mesmo plano a religião católica e outras religiões, servindo como cenário para as ruínas do poderoso império de Palmyra , cujos deuses tinham tanto poder ... mas eles caíram.Um oásis de palmeiras no deserto sírio, Palmyra foi um símbolo da transcendência do poder e da riqueza da rainha Zenobia, até sua destruição pelo imperador romano aureliano no ano 272. Nas palavras de Volney: "Ah! Quanta glória é eclipsada! ... Como as obras dos homens perecem! ... Assim, os impérios e as nações desaparecem!".

Não é só porque é um livro de filosofia do século XVII (escrito em 1791), nem só porque é do Conde Volney, um francês, mas porque “As ruinas de Palmira” nos remete a uma reflexão histórica e filosófica sobre o processo de evolução humana trazendo conceitos de Igualdade e liberdade que viraram marco simbólico da Revolução Francesa em 1798, quase como um presságio de ideias liberais que foram sendo construídas pelo Conde (envolvido diretamente com a revolução francesa) influenciado pelos pensamentos de Voltaire e Benjamin Franklin, verdadeiros revolucionários da história.
Gosto de Revolução? Talvez. Gosto de História? Com toda certeza. Gosto da Revolução Francesa? A minha preferida.
Foi assim que conheci Maria Ramirez Balut, uma espanhola maravilhosa, que curiosamente cresceu no Litoral paulista e trouxe consigo da Espanha seu exemplar de “As ruinas de Palmira” ainda traduzido para o espanhol e proibido naquela época no seu país.
Eis que a Senhora Balut resolveu traduzir novamente a obra de Volney, dessa vez para o português na intenção corajosa de que seus filhos o lessem e, assim como ela, abrissem a cabeça para novos pensamentos.
Eu, de barquinho, ao somar internamente livro, história, tradução, revolução francesa e a magia trazida na fala da Dona Maria, me dei de presente um exemplar que sequer foi publicado, tendo previsão para novembro de 2017 (e já adianto que existirão apenas 50 no mercado).

Um pouco sobre a história: Os primeiros boatos sobre a obra de Volney Ruines ou Meditations sur lês révolutions dês empires aconteceu em meados de 1791. A obra retrata uma filosofia sobre como os impérios ascendem e decaem fazendo um par e passo com os planetas do sistema solar em comparação a quão insignificante nós somos frente a um sistema enorme.
Palmira aparece como fonte de recordações de tempos não vividos e que nos remetem à idéia de revolução e nos entrega a meditação sobre a cidade que antes ali figurou, ante de se tornar ruína.

Primeiras impressões: Custei um pouco a entender que o livro era basicamente dividido em história e meditação. Sistematicamente o livro começa com veementes elogios às tumbas e às ruínas da cidade de Palmira, as quais deveriam combater a arrogância e estupidez de nós homens, que brevemente passamos pela Terra.
A cidade de Palmira foi, também, um símbolo de transição ente poder e riqueza da Rainha Zenobia até a completa destruição pelo imperador romano Aurelino, que levou o autor e, ainda leva o leitor, a um pensamento filosófico sobre como os sistemas crescem e se autodestroem somado ao poder da revolução ao longo dos anos.

Impressões finais: É certo, entretanto, que os pensamentos do Conde podem ser absorvidos e aplicados aos dias atuais, a força que um dia ergueu aqueles tempos na cidade de Palmira agora ao mais existem já que a cidade foi destruída em uma briga por poder.
Trata-se do encanto do passado projetado por quem logo viveria uma revolução e que mantinha a fé na revolução dos impérios. A crença na virtude humana pelas leis naturais.
O livro é tocante, perfeitamente bem traduzido pela Maria, sem perder a simplicidade que o Conde tenta trazer e que nos faz pensar como somos tão pequenos e como poucas atitudes humanas podem construir grandes cidades e transformá-las em ruínas num piscar de olhos.

Sobre o autor: Constantin-François Chassebœuf de La Giraudais (1757-1820), Conde de Volney, conhecido simplesmente como Volney, era um filósofo, político francês e um dos mais ilustres sábios e escritores franceses do século XVIII. Ele é o autor de Journey através do Egito e da Síria (1788) e Meditações sobre as Revoluções dos Impérios (1791), também conhecida como The Ruins of Palmyra, sua obra mais famosa e notória de sua época, proclamando um ateísmo tolerante, liberdade e igualdade.

Star Wars – Marcas da Guerra – Chuck Wendig

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Sinopse: Oque aconteceu depois da destruição da segunda Estrela da Morte? Qual o destino dos remanescentes do Império Galáctico e dos antigos Rebeldes, agora responsáveis pela fundação da Nova República? Marcas da Guerra é o primeiro livro do cânone oficial a mostrar o que acontece depois do clássico Episódio VI: O Retorno de Jedi, dando pistas sobre o que podemos esperar da nova trilogia que se inicia com O Despertar da Força, a ser lançado nos cinemas em dezembro.

Um pouco sobre a história: O livro retrata o caos que se instalou nos mundos após a queda do império de Palpatine e morte de Darth Vader. Depois da batalha de Endor muitos planetas sucumbiram à rebelião e outros depositaram sua fé na Nova República, liderada por Mon Mothma.

Além disso, alguns planetas como Coruscant ainda permaneceram fiéis ao Império mesmo após a queda do Imperador.

Primeiras impressões: Wedge Antilles herói de duas batalhas contra as temidas estrelas da morte convence o Almirante Ackbar e a liderança da Nova República a enviar pilotos disfarçados de contrabandistas, mercenários e ladrões para encontrar as linhas de suprimentos que ainda restaram ao Império, já que acredita que o Império não caiu, apenas dormiu enquanto reúne forças para retornar.
Wedgel, duante a missão, acaba cruzando com a nave da Almirante Rae Sloane, uma das poucas que remanesceram do Império e ainda acredita na sua ascensão.

Impressões Finais: Mon Mothma defende o desarmamento militar e logo descobrimos onde a Velha República e o Império falharam: nenhum deles poderia oferecer a paz para toda galáxia.
Este livro basicamente é uma ponte entre os Episódios VI e VII sem mencionar o que houve com Leia e Han depois da batalha de Endor. Wendig nos mostra realmente o que acontece depois da guerra, com as pessoas, com a população e não com os heróis.

Sobre o autor: Chuck Wendig é o autor por trás de um dos livros do novo universo expandido da franquia , lançado no dia 4 durante o “Force Friday” , e que gerou uma corrida imensa atrás dos produtos da saga espacial mais famosa da história do cinema. Em “Aftermath”, Wendig conta a história do pós-guerra , eventos que se sucederam depois da batalha em Endor , e que é contada no sexto capítulo dos filmes: O Retorno de Jedi.

O preço do céu – Michelle Pereira (conto)

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Sinopse: Israel nem sempre fora o Segundo Decantador da ordem dos Guardiões da Criação.
Selene nem sempre fora uma Filha de Daemon, uma criatura das trevas.Neste conto da série Guardião do Medo, conheça o passado doloroso e sombrio desses dois personagens, permeado pela dor e pelo amor.






Um pouco sobre a história: Na verdade, o preço do céu é um conto inspirado na obra Guardião do Medo da mesma autora.
Neste conto, Michelle aborda um pouco sobre a história de Selene e Israel, personagens fundamentais na obra principal. 

Primeiras impressões: Eu já disse que adoro a narrativa da Michelle, e não diferente das outras obras dela, Michelle traz algumas questões humanas à tona, como bullying, por exemplo, jogando sobre elas uma camada bem quente e espessa de magia, como por exemplo descobrir que o sol, pode na verdade, ser azul, se o olhar com afinco.
Além disso é absolutamente fácil visualizar as cenas dos contos e livros da Michelle em razão da riqueza nas descrições e detalhes, como por exemplo na cena em que ela descreve milhares de dentes de Leão (dandelions) ocupando o céu.

Impressões finais: Demônios não são maus essencialmente. Perceber esse pequeno detalhe lendo o conto o preço do céu foi realmente cativante e inspirador.
Viver essa antítese entre aquelas cenas muitos bonitas e calmas contrapostas as visões deturpadas e aterrorizantes de Selene deu a ela um ar jovial e ao mesmo tempo amável.
Neste conto da série Guardião do Medo, conheça o passado doloroso e sombrio desses dois personagens, permeado pela dor e pelo amor.

“Não é a natureza que faz alguém ser bom ou mau e sim as circunstâncias”.

Sobre a autora: Michelle Pereira é mineira, nerd, designer gráfico, viciada em livros de fantasia e ficção científica e adora inventar histórias em seu tempo livre. Começou a escrever aos 14 anos, mas terminou apenas uma história, que foi perdida com o tempo. Anos depois começou a se interessar mais e mais por livros e hoje tem uma boa coleção.  

Percy Jackson e os Olimpianos – volume 01: O ladrão de raios (Rick Riordan)

terça-feira, 3 de abril de 2018


Sinopse: Os Deuses do Olimpo continuam vivos, em pleno século XXI! Eles ainda se apaixonam por mortais e têm filhos que podem se tornar grandes heróis, mas que acabam, na maioria das vezes, encontrando destinos terríveis nas garras de monstros sem coração.Apenas alguns descobrem sua identidade e conseguem chegar à Colina Meio-Sangue, um acampamento de verão em LongIsland dedicado ao treinamento de jovens semideuses. Essa é a revelação que leva Percy Jackson a uma incrível busca para ajudar seu verdadeiro pai – o deus dos mares! -, a evitar uma guerra no Olimpo.Com a ajuda do sátiro Grover e de Annabeth, uma filha de Atena, Percy é encarregado de cruzar os Estados Unidos para capturar o ladrão que roubou a mais poderosa arma de destruição já concebida: o raio mestre de Zeus.



Esse, sem dúvida, foi um daqueles poucos casos em que assisti primeiro o filme para depois descobrir que tinha livros sobre a saga.
Então assisti Percy Jackson e o Ladrão de Raios no cinema e depois soube que existiam livros e claro, quando li, percebi que a adaptação cinematográfica deixou a desejar.
Mas não como deixou a desejar as adaptações de Harry Potter por exemplo, já que sabemos que é muito difícil transportar informações de um livro para uma adaptação no cinema, na verdade, o filme do Percy era até que legalzinho, mas depois de ler o livro percebi que, realmente, a adaptação para o cinema ficou horrorosa, exceto pelos atores que são realmente ótimos.


Um pouco sobre a história: Percy Jackson era só um menino comum, em uma cidade comum e, como tantos outros, não se ajustava no mundo. Dislexico e com um leve déficit de atenção, frequentava praticamente uma escola por ano e, além de ter que lidar com as mudanças, agora tinha sido brindado com o novo namorado de sua mãe, um porco, fedido e bêbado.
Nessa nova escola chamada Academia Yancy, que nada mais era do que um internato em Nova Iorque para crianças com algum tipo de problema, Percy e seu melhor amigo Groover, uma garoto de muletas, vão a uma excursão para o MetropolitanMuseumofArt, acompanhados dos demais colegas e do professor Senhor Brunner, mestre de latim e alguém com quem Percy tem muita afinidade.
Quando os garotos são atacados por uma fúria na excursão, Percy acaba descobrindo que é um meio-sangue e que seu pai é um dos Deuses do Olimpo. E é exatamente assim que a jornada de Percy Jackson começa.

Primeiras impressões: Saber que a dislexia de Percy tem a explicação óbvia de que ele tende a ler tudo em grego me fez rir. Não que as pessoas procurem uma solução para dislexia, mas achei curioso a forma como o autor abordou o tema de um jeito gostoso e prático.
O livro é fácil de ler e sempre amei mitologia, a parte que mais me agrada é que a história se passa, via de regra, no mundo mitológico, mais precisamente em um acampamento para meios-sangues em que Percy - fugindo dos seres místicos malignos e, de quebra, de Zeus, que acredita que o garoto tenha roubado seu raio - com a ajuda de Groover seu melhor amigo a quem ele descobre ser, também, seu mentor mitológico e Anabeth, provavelmente a garota mais bonita e forte do acampamento tentarão solucionar o mistério do raio.

Impressões finais: Aventura! Aventura! Aventura! Tudo que eu mais amo no mundo misturado com mitologia e uma pitada de comédia. É incrível pensar que os serres do Olimpo transitem entre nós ainda nos dias de hoje. E se você, assim como eu, é amante de mitologia e literatura infanto-juvenil, não pode perder essa.

Como eu disse existe filme sobre essa saga, que na verdade são cinco livros, mas fizeram filmes apenas dos dois primeiros e provavelmente não farão mais já que não bateu o esperado em bilheterias pelo mundo. :/

Segue o trailer:



Sobre o autor: Richard Russell Riordan, Jr., também conhecido simplesmente como Rick Riordan, é um escritor norte-americano, mais conhecido por escrever a série Percy Jackson & os Olimpianos. Ele também escreveu a série adulta de mistérios TresNavarre.
                                                        

Desça já da minha nuvem - Todos os direitos reservados - Por: Louder Design