Desça já recomenda: La Casa de papel

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018


Sinopse: Oito habilidosos ladrões se trancam na Casa da Moeda da Espanha com o ambicioso plano de realizar o maior roubo da história levar com eles mais de 2 bilhões de euros. Para isso, a gangue precisa lidar com as dezenas de pessoas que manteve como refém, além dos agentes da força de elite da polícia, que farão de tudo para que a investida dos criminosos fracasse.



Um pouco da história:  A história contada através da narrativa de Tókio, personagem de Ursula Corberó, mistura os fatos ocorridos dentro da  Casa da Moeda, flashbacks do tempo em que passaram pelos os ensinamentos do Professor, codinome do homem que arquitetou a ideia e ajuda a operação do lado de fora.
 Sobre a galerinha de vermelho e mascaras de Salvador Dalí, eles inicialmente não sabem um a história dos outros nem mesmo seus nomes e para continuar assim cada um tem um nome de um lugar no mapa, são eles: Berlim, Denver, Helsinque, Moscou, Nairobi, Oslo, Rio e Tóquio.



Curiosidades:

Não só os integrantes da quadrilha tinham nome de cidade, mas também seus planos, como Valencia e Chernobyl e até o bar que vemos em cena se chama Bar Hanói; 

Assim como algumas outras séries distribuídas pela plataforma do Netflix, La casa de papel tem o seu álbum de playlist;

O título inicialmente planejado foi Los Desahuciados (Os despejados);

A série não é produção Netflix e sim de uma rede televisiva com duas partes a primeira parte possuindo nove episódios de aproximadamente 70 minutos, mas quando a Netflix lançou a nível mundial fez destes capítulos com 13 de 40 minutos;

Foram feitas mais de 50 versões do primeiro episódio até este que conhecemos;

 A fachada que vemos como a Casa da Moeda em toda a série, na verdade se trata do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC);

A série foi vencedora de alguns prêmios Melhor roteiro (Premios IRIS), Melhor Direção (Premios MiM Series), Melhor Direção de Ficção, Melhor ficção (pela crítica) (FesTVal de Televisión y Radios de Vitoria 2017); 

Bella ciao ( música que se torna hino durante a série)é uma canção popular italiana, provavelmente composta no fim do século XIX. Na sua origem teria sido um canto de trabalho das mondines, trabalhadoras rurais temporárias. Mais tarde, a mesma melodia foi a base para uma canção de protesto contra a Primeira Guerra Mundial. Finalmente, fora utilizada para a canção que se tornou um símbolo da Resistência italiana, durante a Segunda Guerra Mundial.


Impressões: A cada episódio você conhece um pouco mais sobre seus os participantes da malta, é interessante como foi bem feito a personalidade e talentos (ou falta dele) para todos. Nenhum é perfeito, mas junto é um super grupo. Fora que a gente passa a conhecer algumas reféns e tem pessoas que te ganham com o carisma com a assaltante Nairobi e outros já ligam aquele sentimento de ranço profundo. Eu realmente achava que ia achar só modinha e parar de ver, mas é uma série que te pega de assalto e quando você percebe já a viu toda. Para terem noção eu comecei e terminei-a no mesmo dia. Então gente ao meu ver é bom parar com dramas de não querer não ver algo porque todo mundo vê. Afinal se todo mundo vê e é um estilo que está dentro do que gosta porque não ver e poder sair comentando por aí? Isso é bom ao meu ver. 

Por ordem: Nairobi, Rio, Denver, Moscou, Denver, no meio o Professor depois Tókio, Berlim e Helsinque.


Trailer:




Antologia III A hora morta v.2 - Editora Luva

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Organizador: Vitto Graziano
Editora / Selo: Luva Editora
Título: III - A Hora Morta V.2
Formato: Papel
Gênero: Terror/ Suspense
Edição: 1
Volume: 2
Público: Adulto
Páginas: 160
Dimensão: 14 (L) x 21 (A) x 1 (P)
Peso: 0,350 g
Capa: Fosca
Miolo: Papel Amarelado (Pólen Bold 90g) e Elementos Gráficos
Sinopse: III – A Hora Morta,  é a primeira antologia da Luva Editora, em parceria com o organizador Vitto Graziano, neste segundo volume da coletânea de contos de terror, a chamada de Hora Morta, ou ainda Hora do Diabo, as 3h da manhã é famosa por ser um momento em que demônios e maldições ficam mais fortes. Não faltam relatos de pessoas atormentadas por pesadelos ou alegando que se veem presas em algum encanto maligno precisamente às 3h da madrugada. Segundo o cristianismo, isso acontece porque Cristo morreu às 3h da tarde, e a hora se tornou simbolicamente relacionada a Jesus. Então, seria a hora oposta, ou seja, a hora maligna, morta, do Diabo.



Ninguém sabe ao certo a origem das maldições ligadas às 3h; tampouco se tem o conhecimento de como nasce uma. Desde um homem que, ao tirar a própria vida, amaldiçoa aquela que não correspondeu ao seu amor e, junto com ela, todas as filhas de sua geração. Ou um casa que, outrora, fora palco de uma chacina e ainda hoje enlouquece todo aquele que nela se arrisca a morar. Até o revólver que pertenceu ao maior e mais frio assassino da história brasileira e que, depois de sua morte, passou a roubar a alma de todo o que o utilizar. Não faltam histórias – dentre tantas diferentes crenças e versões – para relatar uma maldição que assombra algo, ou alguém, ou algum lugar.

Nessa antologia, a Luva Editora lhe convida a contar a sua história de maldição, ou uma que assombre a sua cidade. Utilize, de forma sutil ou determinante, a Hora Morta em meio ao seu conto. Pode trazer fragmentos da história da construção do município; pode criar o enredo de uma família que rondava as ruas madrugais das periferias; pode até mesmo utilizar de algum objeto típico de sua cidade para elaborar uma maldição. Seja criativo! Contando que a maldição seja inédita, a Hora Morta seja citada e o cenário seja sua própria cidade, tudo mais é permitido!



Já comentei aqui algumas vezes de alguns autores que lançam contos em antologias e coletâneas organizadas por algumas editoras, hoje vou falar da Antologia III A hora morta v.2, na verdade recebi o conto "As correntes de Itapevi" do autor Leonardo Galvão (a quem devo resenha da obra Insular que deverá sair em breve aqui no blog).

A parte engraçada sobre o envio deste conto é que participei de umas três antologias que o Leonardo também faz parte e quando comentei que frequentava a cidade de Itapevi, o Leonardo, que já tinha me mandado o livro Insular de sua autoria, me encaminhou o conto que ele escreveu sobre a cidade e que na verdade é um conto de terror.

Confesso que ainda não li todos os contos da antologia, mas tomando por base o conto do Leonardo, posso dizer que provavelmente está espetacular, somado as imagens maravilhosas que o autor me enviou.
Agora vamos a resenha que dessa vez será específica sobre a obra As correntes de Itapevi do autor Leonardo Galvão já que ainda não li a antologia inteira.
  

Um pouco sobre a história: O conto retrata a jornada do primeiro dia de trabalho de Carlos, um guarda municipal da cidade de Itapevi que sonhava desde criança em ser policial.
Neste primeiro dia Carlos teria que fazer uma ronda de 24 horas no Paço Municipal e durante este período teve estranhas sensações e encontros emocionantes.

Primeiras Impressões: A cada palavra eu queria mais, não via a hora de chegar ao fim e finalmente entender o que aconteceu com Carlos naquele dia.

Impressões Finais: As correntes de Itapevi é um conto surpreendente e envolvente perfeitamente bem elaborado pelo autor Leonardo Galvão. Remete especificamente a construção onde hoje está localizado o paço municipal.
Frio na barriga, arrepio na espinha dorsal e uma pontada de medo é o que senti ao ler o conto do Leo. Tenho certeza que todos vão gostar.
Espero em breve ler os demais contos da antologia.

Sobre o autor: Professor licenciado em geografia e pesquisador na área de história marítima. Navegador e mergulhador, amante do mar e da vida marinha.
Fascinado por navegação e cultura dos piratas, é autor de diversos contos e romances que se passam no mar e em ilhas misteriosas.
Autor do Blog "Bússola dos Piratas", onde disponibiliza diversos materiais e artigos relacionados ao tema.

Yes, my lady – Patricia L. Boos

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Sinopse: Quando em sua infância sua mãe morrera, Patrícia Muller desamparada, ficou presa às mãos de seu tirano padrasto que está em busca do testamento de sua mãe para ficar com toda a fortuna da família Muller. Entre surras e mais surras, certo dia num ato de desobediência à seu padrasto contrata Yan Blackmore, um jovem mordomo obcecado com as regras e tabus impostos por sua profissão. Apaixona-se por ele e certamente não é correspondida ao mesmo tempo que um a um seu padrasto tira a vida das pessoas à sua volta até que reste apenas ela. Em meio a este misto de medo, mortes e amor solitário, o destino a une com o mordomo através de um segredo sombrio escondido num objeto qualquer. Um trágico fim os aguarda com as cortesias do destino que, astuto, tece fio por fio sua teia de discórdias e tragédias, enquanto ri diabólico de suas marionetes.

A Fabiane Zambelli autora de Conto de Dragões me apresentou a Patrícia um dia, aí conversa vai, conversa vem descobri que a Patrícia além de autora é uma artista talentosíssima e seu marido Yan Boos também.
Os dois fazem desenhos incríveis com lápis mesmo e colorem com lápis de cor e quando você vê o resultado parece que pisou por alguns segundos no céu.
Além disso, a união é tão perfeita e harmoniosa que eles se aventuram juntos pela escrita, neste caso, Yes my lady foi escrito pela Patrícia mas com um personagem inspirado no Boos, bora conhecer?

Um pouco sobre a história: A jornada de Patrícia se passa na era vitoriana e conta os dias de uma garota que após a morte da sua mãe tem sido cuidada pelo rigoroso padrasto, um homem mesquinho e absolutamente rude que está interessado no testamento e fortuna da família Muller. Patrícia, acostumada a viver enclausura sem contato com o mundo, por influência de sua prima desobedece o padrasto e contrata, no lugar de uma maid, o mordomo Yan Blackmore, um jovem e belo rapaz completamente profissional e agarrado às regras contempladas por seu emprego.

Primeiras impressões: A narrativa é doce e divertida, transporta o leitor para dentro da cabeça da Patrícia. No comecinho eu ri pela forma como garota entra no jogo da prima e de quebra acaba pregando uma peça no padrasto. O problema era que eu não esperava que ele fosse tão cruel.
A prima dela.. mimadinha né? Tem o mundo à disposição e a Patrícia nunca ia imaginar que a menina estaria olhando para o mesmo cara que ela, aí começa aquele mimimi do "quem viu primeiro". Quando li essa cena pensei: quero que essa prima se exploda.
A autora logo de cara me fez engolir o livro como se não houvesse amanhã, cada palavra perfeitamente bem alinhada me fazia pedir por  mais.

Impressões finais: Eu amei poder fazer parte da vida da Patrícia e do Yan, esse casal me tirou suspiros quase pelo livro todo. Aqueles encontros às escondidas e os medos e desejos deles quase fizeram ser parte de mim mesma.
Um a coisa sobre Yan: Menino forte né? Se segurou demais com aquele papinho de “não podemos, sou seu mordomo” querido, quem quer pode sim! Sendo mordomo ou não.
No contexto geral me encantei pela ambientação já que sou bem fã da era vitoriana e normalmente sofro com as mulheres daquela época sendo suprimidas pelos homens, mas também amadas. Vive mesmo uma antítese em mim.
Por fim, estou apaixonada pelo cuidado que Yan teve com Patrícia desde o começo, a preocupação, a forma como ele conseguia espantar as pessoas que achava que poderiam fazer mal a sua lady, enfim, romance realmente maravilhoso merece ser lido e relido por milhares de pessoas, inclusive por mim (porque sim, lerei de novo e de novo).

Sobre o autor: Patrícia Boos escreveu Yes my lady, um romance vitoriano em 2015, foi o primeiro livro da autora que teve um terrível bloqueio criativo, mas se satisfez com o resultado. Ao escrevê-lo sentiu muito amor, dor, felicidade e já até chorou lendo. Apaixonada pela escrita leitura, livros e videogames, Patrícia é também desenhista e normalmente reproduz muito do que ela vê, sente ou escreve nos desenhos.


Aprendendo a viver de Júlio Emílio Braz

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Sinopse: O cinza do inverno interminável em que naufragaram nossas vidas desde que mamãe soube que estava com AIDS pouco se dilui, desfez-se como coisas sem maior importância na claridade de nossos sorrisos...
Mamãe está bem viva, digo em mim para mim mesma. Viva e, pode apostar querendo lutar com unhas e dentes pela vida, cheia de entusiasmo.

Respirei fundo e corri para o mundo, pois a vida não espera por ninguém.



Minha paixão por livros chegou até o ouvido dos amigos da minha mãe, há um tempo, talvez além e eu não saiba. Enfim, quando li o nome pus em minha cabeça que talvez fosse daqueles de auto-ajuda boring toda vida, mas dei chance ao livro e cá estou eu relendo para resenha.

O que achei do livro: Emocionante! Talvez seja por ser um livro diferente do que costumo resenhar, ele tenha me deixado em estado de graça tão fortemente. Nada de casais e histórias com finais felizes clichês. Claudia se faz narradora da vida de sua família, pondo sua mãe como a protagonista de uma história sem vilões bafônicos, somente o acaso na roleta russa da vida (acho que filosofei). A história não maquia nada, pelo contrário mostra vividamente os questionamentos, conceitos errôneos no entanto engana-se quem pensa os temas tornam a obra mórbida e penosa, a maioria das verdades é que se trata de uma celebração a vida! #carpediem 

Tem um trecho de música que me lembrei enquanto lia o livro e que acho se encaixaria num encorajamento tanto para as personagens quanto para você me caro leitor se chama Jamais será tarde de mais de uma banda chamada Rosa de SaronSó sei que jamais será tarde demais / A dor e o temor nunca serão fatais /Cada ferida vai cicatrizar, no mesmo lugar, uma nova pele vai se formar/ O amor pode te tocar em qualquer momento

Primeiras impressões: A narradora (Claudia) mostra como é difícil a mãe abordar o assunto com as meninas, suas filhas Claudia e Isabel, quando o medo engole a vontade mesmo que ela tente não consegue; também mostra que a vida não para mesmo quando tudo parece fatigante, ela continua acontecendo sem trégua.
" O medo sufoca a gente não deixa a gente viver, fazer o que quer fazer"
Impressões finais: Acho que uma fala dos meados do livro pode sintetizar tudo que pensei após apreciar esta obra: "Por mais que se fale, tem gente que não quer nem saber! Acho que quando tudo é muito feio, as pessoas preferem nem ouvir falar. A própria camisinha ainda é olhada de banda. Ainda encontramos muitas pessoas que associam o seu uso à safadeza e imoralidade. Garota com camisinha na bolsa ganha logo fama de galinácea ou ouve outros nomes ainda piores. Preconceito, isso, sim é o que encontramos com quem diz "não tenho preconceito"."

Sobre o autor: É um ilustrador e escritor de literatura infanto-juvenil, autodidata. Sua carreira literária começou quando estava a ficar desempregado.
Júlio nasceu em Manhumirim, MG, começou a escrever pequenas histórias com 7 anos, começou a escrever profissionalmente aos vinte e um anos. Segundo Júlio, sua paixão sempre foi história, apesar de não poder concluir o curso de História, e acabou formando-se em Contabilidade.
Ele escreveu desde roteiro para histórias em quadrinhos (publicadas no Brasil, Portugal, Bélgica, França, Cuba e EUA) até livros de bolso de faroeste, com diversos pseudônimos.
Após receber elogios, começou a se destacar, tendo novas oportunidades para publicar seus contos em algumas editoras. Escreveu romances de faroeste com 39 pseudônimos diferentes. Depois de começar a escrever livros ficou conhecido mundialmente e ganhou prêmios como o Austrian Children Book's Awards e o Blue Cobra Award do Swiss Institute for Children's Books. Desde então, Júlio passou a escrever comédias, suspense e ação. Um de seus livros de mais sucesso é "Esperando os Cabeças Amarelas".
Na televisão, escreveu quadros para o programa Os Trapalhões, da TV Globo, e uma telenovela em dez capítulos para uma emissora do Paraguai. É autor de livros infanto-juvenil, entre eles Saguairu, que obteve o Prêmio Jabuti em 1989. Entre suas outras obras, destacam-se os livros "Uma Pequena História de Natal", "Anjos no aquário", "Crianças na escuridão", "Felicidade não tem cor" e "Corrupto". Escreveu em parceria com a escritora Léia Cassol a obra "Uma História Apaixonada & A Gota: uma biografia bem apressada."
Hoje tem por volta de 169 livros publicados, todos destinados a crianças e adolescentes. A obra Crianças na Escuridão já foi traduzida para o alemão e para o espanhol.


DESÇA JÁ RECOMENDA: Prêmio Strix de Literatura da Editora Andross

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018


O prêmio Strix foi criado pelo escritor e editor de livros Edson Rossatto, em parceria com a editora Andross com o intuito de premiar o texto mais relevante de cada uma das coletâneas.


A Andross: Em agosto de 2004, a Andross Editora nasceu no campus da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo, para abrir espaço no mercado editorial aos alunos que não tinham condições de publicar seus primeiros textos. Iniciou as atividades com obras acadêmicas, mas cresceu e se mantém no mercado graças a um modelo de negócio diferenciado: a publicação de antologias.

Como participar das coletâneas: Você escolhe a coletânea que gostaria de participar, lê o regulamento e remete seu texto conforme as instruções. Ele será avaliado e, se aprovado, a editora e o autor assinarão um contrato para a publicação.

As coletâneas são lançadas em um evento literário de grande repercussão, cuja programação inclui palestras, debates, feira de livros, além de ser uma oportunidade para networking com outros escritores.
Este evento literário, é o LEP - Livros em Pauta (LINK DO POST SOBRE A LEP), onde também acontece a fase final e entrega dos prêmios Strix, que vou falar jajá.

Por fim, vou dizer que a inscrição para as coletâneas de 2018 já estão abertas e ficam no ar até 31/05/2018. Boa sorte ;)

O prêmio Strix: O prêmio é dividido em duas fases, a primeira em que cada autor deverá escolher dez textos (que não seja os seus) e votar na ordem de preferência, considerada um Júri popular. Depois da somatória de votos, os dez mais votados vão para a fase 2.

Na segunda fase acontece um julgamento técnico em que os organizadores das coletâneas vão escolher cinco destes dez livros votados. Os votos são computados e os cinco com maior pontuação são os indicados ao prêmio. 

Na fase final (dia do LEP), o mais votado entre esses cinco já receberá o Prêmio STRIX. 


Os indicados para a segunda fase: Ia falar no final mas vou dizer agora, nosso conto passou! <3



SINOPSE: Na Idade Média, menestréis cantavam histórias populares ao som de alaúdes, narrando aventuras sobre cavaleiros, damas, amores e coisas insólitas, como dragões, magia e criaturas místicas. Esse tipo de música era chamada de balada. Agora, muitos séculos depois, escritores contemporâneos se aventuram em criar histórias que se passem naquela época mágica, resgatando o espírito vivo das baladas medievais.



SINOPSE: Na Idade Média, menestréis cantavam histórias populares ao som de alaúdes, narrando aventuras sobre cavaleiros, damas, amores e coisas insólitas, como dragões, magia e criaturas místicas. Esse tipo de música era chamada de balada. Agora, muitos séculos depois, escritores contemporâneos se aventuram em criar histórias que se passem naquela época mágica, resgatando o espírito vivo das baladas medievais.




SINOPSE: O fim está próximo. E essa não é apenas uma frase em uma placa, exibida pelas ruas por um ancião de fala desconexa. É muito mais do que isso. Aquela notícia de uma intervenção militar, de pessoas se atacando nas ruas, de um meteoro passando próximo à Terra, de um possível tsunami, de terremotos castigando várias cidades, erupções vulcânicas... pode ser o início da extinção de tudo aquilo que construímos ao longo dos milênios. Os visionários autores deste livro levam as palavras ao extremo para alertar a humanidade sobre aquilo que ela teme há tempos: o fim do mundo. 


SINOPSE: Sanidade e loucura. Luz e escuridão. Bem e mal. Opostos muito bem definidos. Ainda assim, existe uma linha tênue e irregular que separa esses extremos. Foi dessa estreita zona de imprevisibilidades e incertezas que surgiram os contos deste livro. Você tem mesmo discernimento para julgar o que é certo ou errado?






Adicionar legenda
SINOPSE: Lincoln disse que o caráter de um homem é colocado à prova assim que ele é alçado ao poder. E o coração, outrora macio e quente, se torna rijo e gélido, com sede de mais autoridade, conquistada com punhos cerrados e brados graves. Aos oprimidos, restam-lhes apenas esperança e resistência.






SINOPSE: Seja decorando um céu tranquilo ou prenunciando tempestades, nuvens serão sempre contempladas por aqueles poucos que ainda conseguem lê-las. O olhar ingênuo das crianças e dos poetas enxerga nas formas abstratas espalhadas no céu a concretude de seus sonhos e fantasias. Cada poema é uma nuvem que se formou no céu da folha, cada qual com sua forma, sua textura, completamente exposta nas páginas deste livro, aguardando o olhar único de cada leitor.






SINOPSE: Qual é o número ideal de capítulos para se produzir uma obra literária de sucesso? Quantas letras são necessárias em uma frase de impacto? Quanta criatividade cabe em um texto? Na literatura como na vida, há coisas incontáveis, imensuráveis, como a miríade de ideias, formas e estilos contidos na produção dos contos e crônicas deste livro.


SINOPSE: Toda a História foi construída em cima de mitos e lendas extraordinárias, capazes de entreter, ensinar e aterrorizar a humanidade. O insólito e o fantástico são os pilares que sustentarão eternamente a necessidade do homem de contar.





SINOPSE: Fernando Pessoa já dizia que “todas as cartas de amor são ridículas”. E afirmava veementemente: “não seriam cartas de amor se não fossem ridículas”. Mesmo não vivendo o suficiente para conhecer novas tecnologias de comunicação, o poeta sabia bem que a interação verdadeira entre duas pessoas que se amam se despe de vaidades e apresenta a pureza de um sorriso. SEM MAIS, O AMOR é uma coletânea de contos românticos em forma de cartas, emails, páginas de diário e outras formas de registro escrito. E o mais importante: são histórias ridículas! Exatamente como o poeta disse que tinham de ser. 


SINOPSE: Um livro escrito por muitos autores com paixão e criatividade. Mas também com válvulas, parafusos, engrenagens e vapor. Assim é Steamfiction. A tecnologia que usa carvão e água como combustível tem papel fundamental nos contos retrofuturistas contidos nesta publicação. As histórias são tão vivas que você precisará limpar a fuligem do rosto ao fechar o livro!




SINOPSE: O fim está próximo. E essa não é apenas uma frase em uma placa, exibida pelas ruas por um ancião de fala desconexa. É muito mais do que isso. Aquela notícia de uma intervenção militar, de pessoas se atacando nas ruas, de um meteoro passando próximo à Terra, de um possível tsunami, de terremotos castigando várias cidades, erupções vulcânicas... pode ser o início da extinção de tudo aquilo que construímos ao longo dos milênios. Os visionários autores deste livro levam as palavras ao extremo para alertar a humanidade sobre aquilo que ela teme há tempos: o fim do mundo.



Curiosidade sobre a premiação: A entrega se faz em uma cerimônia inspirada na do Oscar, com direito a tapete vermelho, cinco indicados concorrendo em cada categoria e show ao vivo com a música tema de cada livro. 
Strix é um gênero de corujas. O prêmio recebeu esse nome e essa forma porque além de ser o símbolo da sabedoria a coruja também é o mascote da Andross Editora.

E QUE VENHA A LEP <3

Resposta Certa de David Nicholls

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018


Sinopse: O ano é 1985. Brian Jackson acaba de entrar para a faculdade e está prestes a realizar um sonho antigo: aparecer no popular programa de televisão Desafio Universitário. Além disso, ela está perdidamente  apaixonado por uma das colegas: a linda, inteligente e incrivelmente elegante Alice Harbinson. A vida parece perfeita e o um triunfo inevitável, mas à medida que o horizonte se amplia, Brian descobre que conhecimento e sabedoria  estão longe de ser a mesma coisa. 


Não tive nenhuma indicação para ser sincera não queria o livro, mas como havia dito na resenha de Um dia, eu queria muito o exemplar depois que ver o filme (que no momento está emprestado e já aceito de volta. Obrigada. De nada!), voltando a história de como o box com as duas obras de Nicholls estava em promoção num site de confiança, os comprei e fiz as resenhas; apesar deste ser o segundo a ser postado foi o primeiro a ser lido.


O que achei do livro: Quebrando minha maré de sorte (lê-se: Só ter tido ótimas leituras) chegou Resposta Certa. Não sei se foi proposital, mas Brian não cresce. Ele fica cada vez mais na lama, como já havia visto dizerem em outras resenhas, mas esperava ter uma visão diferente e sugar algo de bom de toda a história porém, ele é chato e se torna um idiota que fez pensar como leitora que estava demorando para o fim apesar dos diálogos curtos. Talvez a ideia do autor era fazer tudo o mais diferente do convencional amadurecimento, mas nem com todo esforço e conhecimento de cultura pop 80 foi positivo ao meu ver.

O enredo contado pelo próprio B. Jackson é previsível sobre o cara nerd de 19 anos vai para a faculdade se apaixona pela garota bonita e só pensa nela e em bebidas.Enfim, não tem muito mais o que se possa falar sobre o livro.

Primeiras impressões: A história  de nome original "Starter for ten" tem todo se eu inicio de capítulo uma  pergunta e reposta de conhecimentos gerais assim como o livro é dividido em rodadas como o sonho maior de Brian desde sempre. Uma aspiração cheia de significado para o mesmo.

Ultimas impressões: Brian não merece o tempo que gastei com o livro. Sorte minha dois personagens secundários que amei : Spencer e Rebecca!

Curiosidade: Existe um filme baseado no livro. Veja o trailer aqui

Sobre o autor:

Formado em literatura e teatro inglês, optou pela carreira de ator e recebeu uma bolsa na American Musical and Dramatic Academy de Nova York. De volta a Londres, atuou em espetáculos teatrais no Battersea Arts Centre, The Finborough, West yorkshire Playhouse e Birmingham Repertory Theatre. Entre uma peça e outra, em Londres, Nicholls trabalhava como vendedor na rede de livrarias Waterstone's, em Notting Hill. Após trabalhos freelance, conseguiu emprego como leitor de peças e pesquisador da BBC Radio Drama, o que o levou á edição de roteiros na London Week Television e na Tiger Aspect Productions. Nessa época, começou a escrever e adaptou a peça de Sam Shepard, Simpatico, que se tornou um filme estrelado por Sharon Stone e Nick Nolte, em 1999. 

Guia do Mochileiro das Galáxias (vol 01 da série O Mochileiro da Galáxias de Douglas Adams)

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Sinopse: “Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, O Guia do Mochileiro das Galáxias vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado.Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect.A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T., que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagem interplanetário.Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da “alta cultura” e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar”.

Há cinco anos atrás decidi comprar a coleção do guia do mochileiro das galáxias e a ideia era ler um por ano exatamente no dia 25/05. Claro que meus planos sempre caem por terra porque tempo e sonhos nem sempre coadunam, mas enfim.
Dia 25/05 para quem não sabe é o Dia Internacional da Toalha e, também o Dia do Orgulho Nerd e de Star Wars.
Este dia foi escolhido por um fã de Douglas Adams – autor de diversas obras de ficção científica, entre elas O Guia do Mochileiro das Galáxias – que resolveu homenageá-lo após sua morte, em 11 de maio 2001, e passou a ser conhecido como dia internacional da toalha ou International Towel Day. O que começou a fazer muito sentido depois que li o Mochileiro.
O nome eleito derivou do primeiro livro da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, onde Adams nos alerta sobre a importância de uma toalha:

A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; (…) pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo (…) Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. (…) se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito”.

Também foi Dia do Orgulho Nerd que começou em 25 de maio de 2006, em Madrid, quando vários blogueiros e nerds se uniram para jogar uma grande partida “humana” de Pac Man, para promover e difundir a cultura nerd.
E, por fim, mas não menos importante, Em 25 de maio de 2007 foi instituído pela prefeitura de Los Angeles o Star Wars Day para comemorar os 30 anos do lançamento da obra de George Lucas:  Star Wars, o Episódio IV: Uma Nova Esperança, lançado em 25 de maio de 1977.
Então, sem mais delongas, venho aqui apresentar para vocês a resenha de O Guia do Mochileiro das Galáxias, o “volume um de uma trilogia de cinco”, que é seguido por “O restaurante no fim do universo”’; “A vida, o universo e tudo o mais”; “Até mais e obrigado pelos peixes”; e “Praticamente inofensiva”.

Um pouco sobre a história: Em “O guia do Mochileiro das Galáxias”, o autor Douglas Adams busca descobrir o sentido da vida retratando que as coisas cotidianas que acontecem com nós mesmos, os seres humanos, acontecem hodiernamente em outros pontos da galáxia, primeiro mostrando que não somos os únicos habitantes da galáxia e depois trazendo a criação da terra como de fundamental importância a narrativa do autor.
Arthur Dent é inglês e apegado aos seus costumes e sua casa e depois de uma notificação da qual ele não recebeu, sua casa será demolida. Enquanto Dent luta para resguardar sua propriedade, Ford Prefect, seu amigo esquisitão o procura informando que a Terra será destruída e é quando Dent descobre que o amigo é, na verdade, um alienígena que trabalha para o Guia do Mochileiro das Galáxias, um repositório de conhecimento intergaláctico.

Primeiras impressões: Creio que dentre tantos livros de ficção cientifica que já li, O Guia do Mochileiro das Galáxias é, de longe, o mais engraçado. O autor aborda temas como política e burocracia de um jeito engraçado e leva o leitor a questionar o quão importante realmente são as coisas que julgamos importantes.

Impressões finais: O livro é tão incrível e inimaginável que já inspirou diversas coisas do nosso cotidiano sem que saibamos, inclusive o Dia do Orgulho Nerd. Em uma pesquisa na internet descobri que o tradutor oficial do Yahoo, durante muito tempo, tinha o símbolo de um peixinho amarelo referência ao peixe-babel.
E sobre o final, apenas posso aconselhá-los depois que terminarem a leitura “não entre em pânico”!

PS: Tem filme!!



Sobre o autor: Douglas Noël Adams (Cambridge11 de março de 1952 — Santa Bárbara11 de maio de 2001) foi um escritor e comediante britânico, famoso por ter escrito esquetes para a série televisiva MontyPython'sFlyingCircus, junto com os integrantes desse grupo de humor nonsense, e pela série de rádio, jogos e livros The Hitchhiker'sGuidetotheGalaxy.
Os fãs e amigos de Adams o descreveram também como um ativista ambiental, um assumido ateísta radical e amante dos automóveispossantes, câmeras, computadores Macintosh e outros 'apetrechos tecnológicos'. O biólogo Richard Dawkins dedicou-lhe seu livro The GodDelusion e nele descreve como Adams compreendeu a teoria da evolução e, tornou-se um ateísta. Adams era um entusiasta de novas tecnologias, tendo escrito sobre email e usenet antes de tornarem-se amplamente conhecidos. Até o fim de sua vida, Adams foi um requisitado professor de tópicos que incluíam ambiente e tecnologia. (extraído de wikipedia).

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