Os trabalhos de Hércules – Agatha Christie

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Sinopse: “Será que Agatha Christie permitirá que seu egocêntrico detetive insista nessa absurda ideia de se aposentar?”
Jornal The ObserverEmbora aposentado da polícia belga há muitos anos, Hercule Poirot continua na ativa como detetive, desde que, é claro, encontre casos desafiadores para solucionar. Agora, no entanto, ele parece levar mais a sério a ideia de parar de vez. E que melhor maneira de encerrar a carreira do que executando os doze trabalhos de Hércules, o herói grego que inspirou seu nome de batismo?Em cada história aqui presente, Poirot procurará relacionar uma investigação a uma das façanhas de Hércules, começando pelo leão de Nemeia e indo até as profundezas do Hades? ou quase isso. E, com o mesmo brilhantismo com que fará essas associações, nosso detetive resolverá os mistérios e encontrará os culpados. Mas será mesmo esse o fim de sua jornada? Sobre o autor: Agatha Christie é simplesmente a romancista de maior vendagem de títulos da história, atrás apenas da Bíblia e de Shakespeare, razão pela qual é conhecida como a Rainha do Crime. Seus oitenta romances policiais e coletâneas de contos já foram publicados em mais de uma centena de línguas no mundo inteiro. O sucesso de sua obra, ampliado pelas inúmeras adaptações para o cinema e para a tevê, é um tributo ao eterno fascínio de seus personagens e à absoluta engenhosidade de suas tramas.


Bom, o meu exemplar de Os trabalhos de Hercules, nada mais é do que um livro edição de bolso da editora L&PM que tem 12 mini contos de Hercule Poirot inspirados nas tarefas do Semi-Deus Grego, Hércules, são eles: O leão de Neméia; A hidra de Lerna; A corça da Arcádia; O javali de Erimanto; Os estábulos de Áugias; As aves do lago Estínfalo; O touro de Creta; Os cavalos de Diómedes; O cinto de Hipólita; O rebanho do Gerião; As maçãs de Hespérides e; A captura de Cérbero (tenho um exemplar somente com esse último conto, mas faz mais sentido resenhar junto com a obra completa).


Um pouco sobre a história: Nesta trama a autora envolve Hercule Poirot, um de seus melhores detetives, prestes a se aposentar decidindo pegar seus doze últimos casos que seriam equiparados as brilhantes tarefas protagonizadas por Hercules, o semi Deus grego que inspirou seu nome de batismo.

Primeiras impressões: Em seu primeiro trabalho, para representar O Leão de Nemeia, Hercule entra em um inusitado caso de sequestro de um cachorro pequinês.
No trabalho seguinte Agatha encontra uma forma também inusitada para representar a Hidra de Lerna. Neste conto o que simboliza a Hidra é a fofoca, que assim como a Hidra que você vai acabar com uma cabeça e nascem duas, a fofoca age de forma igual.
E cada caso equiparado de certa forma com um caso de Hercules o Semi Deus grego.

Impressões finais: Livro maravilhoso, como todos da Agatha. Alias, quero ressaltar que aqueles que pretenderem começar a ler Agatha, comecem por esta história já que o livro consiste basicamente em doze pequenos contos, fáceis de ler, rápidos e mostram de forma clara e eficiente a magia da autora. 

Sobre o autor: Agatha Mary Clarissa Christie DBE, nascida na InglaterraReino Unido em 15 de setembro de 1890. Faleceu em 12/01/1976, popularmente conhecida como Agatha Christie, foi uma escritora britânica que atuou como romancistacontistadramaturga e poetisa.
Destacou-se no subgênero romance policial, tendo ganhado popularmente, em vida, a alcunha de "Rainha/Dama do Crime" ("Queen/Lady of Crime", no original em inglês). Durante sua carreira, publicou mais de oitenta livros, alguns sob o pseudônimo de Mary Westmacott.


Percy Jackson e os Olimpianos – volume 02: O Mar de Monstros (Rick Riordan)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Sinopse: Best-seller do The New York Times, essa nova aventura, Percy e seus amigos estão em busca do Velocino de Ouro, único artefato mágico capaz de proteger da destruição seu lugar predileto e, até então, o mais seguro do mundo: o Acampamento Meio-Sangue. Com o envenenamento da árvore de Thalia por um inimigo misterioso, as fronteiras mágicas que protegem o Acampamento estão ameaçadas, e é preciso buscar o antídoto.
Assim, nossos heróis partem em uma arriscada e incrível viagem pelo Mar de Monstros, localizado nas coordenadas 30-31-75-12: uma referência ao Triângulo das Bermudas. Lá, enfrentam seres fantásticos e muitos perigos e situações inusitadas, que põem à prova seu heroísmo e sua herança – quando Percy irá questionar se ser filho de Poseidon é uma honra ou uma terrível maldição. Combinando fatos contemporâneos com mitologia, fantasia com erudição, O Mar de Monstros diverte, encanta e ensina pais e filhos.

Segundo livro da saga Percy Jackson e os Olimpianos, com outra adaptação horrorosa para o cinema, mas que o livro é maravilhoso, isso não tenham dúvidas.

Resenha do primeiro aqui.

E, por fim, já tivemos a notícia de que depois deste filme, não haverá mais adaptações para o cinema. Amém!!

Um pouco sobre a história: Depois de descobrir que sua vida podia ser muito mais divertida do que aquela que levava em Nova Iorque, e, agora que Percy sabia ser um semi-Deus e ter, parcialmente, feito as pazes com seu pai, Posseidon, somado ao fato de que sua mãe finalmente rompera o casamento com um homem horroroso que servia apenas para proteger Percy e mascarar sua verdadeira identidade, Percy partirá em um nova aventura com seus amigos Groover e Anabeth.
Mas nem tudo era do jeito que ele pensava que seria, já que seu pai, Posseidon, além de sua mãe, teve outras mulheres, incluindo uma ciclope que deu vida a um meio-irmão, Tyson.
No meio disso tudo e do leve ciúmes que Percy sentiu do garoto novato com quem ele deveria dividir sua cabana no acampamento, eles sofrem um ataque e a árvore que protegia a entrada do acampamento meio-sangue está morrendo.
A única coisa que pode salvá-la: o Velocínio de ouro.

Primeiras impressões: Além das surpresas encontradas nesse segundo volume da saga dos Olimpianos, Rick Riordan trabalha o protagonista Percy Jackson exatamente no ponto do ciúmes, por um pai que ele nunca conheceu ter tido um outro filho e de certa forma ter mais contato com esse filho do que com o Percy.
Rick também mostra Posseidon, mesmo sendo um dos deuses maiores, com uma série de defeitos, como exemplo ser um péssimo pai, o que traz mais emoção para a história toda, pasmem.
E temos Tyson, um ciclope completamente desajeitado e rejeitado por Percy que não larga do pé do garoto, como um irmão mais novo mesmo que se espelha no mais velho.
Impressões finais: Além dos personagens principais e Tyson, Rick anota na obra algumas competições dentro do acampamento dando uma fiel importância a Clarisse. Somado a isso Luke retorna agora do “lado negro da força” com a missão de finalmente destruir o Olimpo.

Segue o trailer do segundo e último filme da saga:


Impressões finais: sobre o livro amei, sobre o filme... esperava mais.

Sobre o autor: Richard Russell Riordan, Jr., também conhecido simplesmente como Rick Riordan, é um escritor norte-americano, mais conhecido por escrever a série Percy Jackson & os Olimpianos. Ele também escreveu a série adulta de mistérios TresNavarre.

Desça já recomenda: Insatiable

sábado, 12 de janeiro de 2019


Um pouco da história: A série centra em Bob Amstrong, um desonrado e insatisfeito advogado que numa boa parte do tempo é treinador para concursos de beleza e que aceita o caso de Patty Bladell, uma adolescente que sofreu por muito tempo bullying por conta de seu peso e agora é magra, vingativa e intimidadora, e não fazem ideia de tudo que está presta a ocorrer.



Hoje em dia marketing é tudo, foi através de uma teaser no YouTube que passei a saber que seria estrelado por Debby Ryan fora a zona feita na me lembrando muito o clipe/ tema de abertura da novela colombiana Niñas Más (Lolita de Berlinda) televisionado aqui no Brasil pela VH1.Então assim que pude fui ver nova série (nem tão nova assim na data de publicação sesse post).


Impressão: Essa comédia dramática abusou do humor negro a ponto de eu desistir dela no primeiro episódio, mas após eu receber um spoiler que me deixou muito curiosa e acabei literalmente comendo os 11 capítulos restantes. E tenho que admitir que essa série é daquelas de ser tão ruim por abordar diversos assuntos porcamente a mesma acaba sendo boa e viciante boa parte por personagens secundários  como Nonnie e uma porcentagem de quer saber o que vai acontecer no episódio posterior, afinal a série foi muito boa em criar ganchos para te prender em frente da tela. 




Curiosidade: Segundo o app TV Show Time foi a série mais assistida no mundo na semana de lançamento.

Houve uma petição com mais de 100 mil assinaturas para seu cancelamento.

Lauren Gussis, criadora da série afirma que a mesma foi feita para criar tal desconforto no espectador.




Trailer:

                          

Cidades de papel – John Green

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Sinopse: Quentin tem uma paixão platônica por sua vizinha, Margot, que invade o seu quarto propondo um plano de vingança contra o seu ex-namorado. Depois de uma noite de aventura, Margot desaparece, mas deixa pistas para Quentin descobrir o seu paradeiro.




Um pouco sobre a história: A história é narrada por Quentin, um garoto que está cursando o último ano da escola e sempre foi completamente apaixonado pela sua vizinha e melhor amiga Margot.
Quentin chama Margot carinhosamente de “seu milagre” por acreditar que ela era realmente um milagre na vida dele. Margot Roth Spielgelman, a garota mais popular da escola. Margot sempre foi apaixonada por aventuras e mesmo depois de se distanciar um pouco de Quentin, aparece na sua janela e o convida para uma aventura. Os dois invadem o Sea World, deixam três bacalhaus de presente para alguns amigos de Margot, visitam o Sun Trust e depilam a sobrancelha de Chuck. No Sun Trust, os dois conseguem enxergar quase toda a cidade de papel que é Orlando, deixando Quentin, ao final, com aquela sensação de que teria aproveitado a melhor noite da sua vida. Então no dia seguinte Margot desaparece deixando pistas para que Quentin tenha suas próprias aventuras.
 
Primeiras impressões: A história gira em torno de Quentin e na sua busca incansável por Margot, já que a garota havia deixado algumas pistas para ele sobre onde teria ido. No fim ele embarca na jornada acompanhado de Lacey, Ben e Radar que entram nessa muito mais pela diversão do que pela própria Margot.

Impressões finais: Cidades de papel é um misto de romance, aventura, festas e papai Noel negro. Tudo isso se encaixa perfeitamente, formando uma ótima história.
No fim das contas é um livro reflexivo que nos mostra que nem sempre o buscamos é o que realmente queremos ou merecemos.

E para completar tem filme, que confesso não ter gostado tanto quanto do livro, achei o filme bem vago, mas fica o link aí do trailer.



Sobre o autor: John Green é um vlogger, empresário, produtor e autor norte-americano de livros para jovens.

Desça já Recomenda: Atypical

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018


Sinopse: Sam é um garoto autista de 18 anos, que encorajado por sua psicologa, decide procurar uma namorada. Além de buscar mais independência e autoconhecimento, também começa a se ver envolvida na sua primeira história de amor, enquanto vários problemas ocorrem em torno do dia a dia familiar.



Como várias séries  entravam na minha vida, Atypical entrou porque sou curiosa mesmo ( uma pena, já que a série merecia mais divulgação) e estava vagando pela minha plataforma de Streaming favorita lendo sinopse de séries e filmes com pontos centrais que eu ainda não tivesse tido a oportunidade de assistir.


Impressão: Incrível,  ao ponto de como disse antes não falem tanto sobre ela; apesar de tudo que ocorre seja em torno do Sam até mesmo a narração singular ser feito por este amante dos pinguins existe também outras histórias existindo simultaneamente com Casey, a irmã, também seus pais e todo mundo que convive com o protagonista, ele fazendo ou não parte da sub narrativa em questão. Vale a pena dar uma chance, conhece sobre o assunto que vemos na mídia  sendo apresenta mal e porcamente sobre espectro de autismo, os limites do portador etc  



Curiosidade: Já foi confirmado que terá uma 3ª temporada;

A programação com pegada indie foi a mais assistida durante três semanas seguidas;

Não é a primeira vez que Keir Gilchrist, ator que dá vida a Sam, faz um personagem peculiar ele fez Craig Gilner no longa-metragem: Se enlouquecer, não se apaixone em 2010.

Trailer:



A maldição do tigre - A viagem do tigre - Collen Houck

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Sinopse: Perigo. Desolação. Escolhas. A eternidade é tempo demais para esperar pelo verdadeiro amor? Em sua terceira busca, a jovem Kelsey Hayes e seus tigres precisam vencer desafios incríveis propostos por cinco dragões míticos. O elemento comum é a água, e o cenário de mar aberto obriga Kelsey a enfrentar seus piores temores.Dessa vez, sua missão é encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga e tentar libertar seu amado Ren tanto da maldição do tigre quanto de sua repentina amnésia.
No entanto o irmão dele, Kishan, tem outros planos, e os dois competem por sua afeição, além de afastarem aqueles que planejam frustrar seus objetivos.Em A viagem do Tigre, terceiro volume da série A Saga do Tigre, Kelsey, Ren e Kishan retomam a jornada emdireção ao seu verdadeiro destino numa história com muito suspense, criaturas encantadas, corações partidos e ação de primeira.

Vamos finalmente ao terceiro livro da série “A maldição do Tigre”, que depois de muito falarem comprei o primeiro, amei e comprei os demais.
Além, obviamente do fato de que o segundo volume me deixou com aquele gostinho excêntrico de “quero mais, preciso de mais”.
Inclusive já tinha mencionado o fato de que os livros não são dramáticos apesar da história passar, essencialmente, na Índia. Novamente ressaltando que quero a versão cinematográfica dele.

Um pouco sobre a história: Este livro narra Kelsey em busca da quebra da maldição que recaiu sobre os príncipes indianos, Ren e Kishian, mas dessa vez pelos mares o que amedronta demais a protagonista Kelsey que morre de medo de tubarões, coitada! Mal sabe ela que tubarão é o menor dos seus problemas nesse livro.

Primeiras impressões: Kadam! Esse é o personagem que mais merece atenção nessa parte da história, não que ele não tenha merecido atenção nos demais livros da série até agora, já sabemos que Kadam é um sábio e, também, empregado do palácio dos prínicipes, mas é justamente ele quem ajuda Kelsey a desvender e traduzir os detalhes da maldição, já que a vida deles agora está a vida de Kelsey está atrelada a pesquisas e estudos além da busca pela sabedoria de Phet e proteção da deusa Durga, além, obviamente, de mais um objeto que os ajudará a desvendar a maldição.

Impressões finais: E, finalmente, neste livro aparecem dragões. Isso mesmo, CollenHouck trouxe dragões a sua história além de uma perfeita viagem pelos mares, que condiz em absoluto com o título da obra.
São cinco dragões sendo que cada um tem uma personalidade diversa do outro e podem usar a forma humana quando bem quiserem.
Um ponto crucial nessa parte da história é que o triangulo amoroso formado pelos príncipes e por Kelsey se intensifica muito havendo uma espécie de ruptura, confesso que me chateei um pouco porque não sou muito fã de brigas em família, enquanto no primeiro livro da série a Kelsey se envolveu com Ren e no segundo livro com Kishan, neste terceiro tomo os três estão juntos o tempo inteiro o que acaba piorando mais a situação deixando Kelsey cada vez mais dividida entre os irmãos.

Sobre o autor: ColleenHouck é um escritora americana conhecida por escrever duas séries best-sellers no The New York Times: A Maldição do Tigre e a Saga do Egito. 

Madame Bovary – Gustave Flaubert

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018


Sinopse: Madame Bovary é um romance de Gustave Flaubert. Chamado de "romance dos romances", Madame Bovary é considerado pioneiro dentre os romances realistas, tornando-se famoso por sua originalidade. Posteriormente, levou à cunhagem do termo "bovarismo" na psicologia, em referência às características psicológicas da protagonista. Quando foi lançado, Flaubert foi levado a julgamento pela obra, despertando um grande interesse pelo romance.


Um pouco sobre a história: Madame Bovary narra a história de Emma, uma mulher triste e solitária criada no campo, mas que tem grandes sonhos burgueses.
Emma é muito apegada a seus livros e acredita que sua vida será igual aos romances que lê. Emma se casa com Charles Bovary, um médico do interior pobre e que não se parecia nada com os principies de contos de fada que ela tanto almejava. A partir deste momento o livro traz uma série de acontecimentos deprimentes que inclui o casamento tedioso de Emma e Charles.
Emma, completamente frustrada por sua escolha procura novas aventuras e acaba tendo um envolvimento fora de seu casamento, percebendo, com o passar do tempo, que a vida real é bem diferente daquela retratada nos livros.

Primeiras impressões: Madame Bovary é um livro que aborda diversos temas polêmicos ao cotidiano e época em que foi retratado, além de trazer inúmeras mensagens e sátiras a autores do romantismo. Me pareceu mais como uma crítica aos contos de fadas, sobretudo quando ele mostra a realidade dos casamentos e relacionamentos arranjados (sem generalizar okay galera?) somado ao fato de que Emma entrou naquilo sem amor, sem compreender que para viver um amor ela precisaria amar.
Charles, também, é um homem muito devoto, ingênuo e completamente apaixonado por Emma, mas não é correspondido, em vez disso é desprezado pela mulher.

Impressões finais: Os personagens criados por Flaubert neste romance são exagerados, icônicos e completamente desajeitados, incluindo a sogra de Emma, que faz o típico papel de sogra amargurada.
A obra traz severas críticas a política, religião e ao momento social em que se encontra, como os costumes da época e moral da mulher. Não é à toa que Flaubert é o marco da escola realista e influenciou tantos autores que vieram depois, não é mesmo?
Não esqueçam de levar em conta que a história de uma mulher adúltera, sonhadora e insatisfeita com o próprio casamento jamais seria censurada se o ano não fosse 1857.

Sobre o autor: Gustave Flaubert (Rouen12 de dezembro de 1821 – Croisset, 8 de maio de 1880) foi um escritor francês. Prosador importante, Flaubert marcou a literatura francesa pela profundidade de suas análises psicológicas, seu senso de realidade, sua lucidez sobre o comportamento social, e pela força de seu estilo em grandes romances, tais como Madame Bovary (1857), A Educação Sentimental(1869), Salambô (1862) e contos, tal como Trois contes (1877).


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